Zé Teixeira diz que deixou bloco para “votar com independência”

Zé Teixeira, Deputado Estadual (DEM). (Foto: Paulo Francis)
Zé Teixeira, Deputado Estadual (DEM). (Foto: Paulo Francis)

O deputado Estadual José Teixeira(DEM), afirmou na tarde desta terça-feira(29), que não houve um motivo especifico para o mesmo que deixasse o bloco suprapartidário que agrega partidos com menor bancada.

O parlamentar limitou-se a dizer que busca sua independência, e por isso busca direito de poder votar da forma que sua consciência exigir. “Eu tenho uma experiencia de 20 anos de mandato, e desde a minha primeira eleição eu nunca tive líder no plenário e nunca fui liderado por ninguém. Então eu sempre tive um independência de votar com a minha consciência e da forma que eu entenda que possa ajudar o governo a desenvolver um grande trabalho, e também de defender os interesses da sociedade que me trouxe para a Assembléia. Eu tenho orgulho de representar o povo do meu Estado com parlamentar”, afirma o deputado.

Zé Teixeira ressaltou que está em seu sexto mandato como deputado, portanto seus planos futuros são de os de fazer um trabalho voltado ao interesse do povo de Mato Grosso do Sul, de dar satisfação a toda a sociedade que confiou e o elegeu, de modo que as pessoas tenham tranquilidade e paz. “Eu tenho lutado muito para defender o setor produtivo de injustiças, valorizar o direito da propriedade, essas mazelas de invasão de propriedade, buscar dentro do orçamento do governo uma boa saúde, uma segurança que traga a tranquilidade a população, e onde a educação possa qualificar mais as pessoas valorizando o professor e ensinando a criança”

Em relação a CPI(Comissão Parlamentar de Inquérito) do CIMI(Conselho Missionário Indigenista), o deputado alegou que a mesma terá a função de investigar se há mazelas e invasões, desmando no Estado, a morosidade para decidir as coisas, a desconfiança e a falta de credibilidade do produtor, se realmente ele é proprietário ou não, se a propriedade tem valor ou não e o que está por trás de tanta invasão de terras no Estado de Mato Grosso do Sul. “Não é costume nem hábitos dos indígenas a invasão de terras, há um mistério e isso nós temos que descobrir. Não estamos falando especificamente de CPI disso ou daquilo, mas sim CPI da ordem , CPI do progresso, CPI onde as leis prevalecem no nosso estado, independentemente de raça, de cor, de etnia. Todos temos que ter deveres e obrigações no nosso pais e não podemos aceitar esse desmando que está acontecendo no Estado com essas invasões, que quebra, poe fogo e fica por isso mesmo”,

O deputado pede também que seja apurado o genocídio, mas questiona se o número apresentado na Assembleia de 389 indígenas mortos em conflitos, se todos foram entre índio e branco, ou se ocorreu entre eles mesmos. “Assassinatos entre índio em branco não da 10 casos, os 379 foram índio que matou índio. Temos que apurar o que está acontecendo, se é a droga na aldeia, se é alcoolismo, coisas que o índio não fazia antes. O índio sempre foi uma pessoa pacifica, responsável, eu nunca vi falar em Dourados que um índio roubasse, hoje você entra na aldeia é bicicleta roubada, moto, cocaína, crack, alcoolismo e agora acabou o respeito do índio com os próprios índios, porque acabou cacique, e a policia não pode entrar. Então temos que fazer isso para ver se alcançamos a ordem, progresso, cumprimento de deveres e obrigações do nosso país independentemente te cor, raça ou etnia”, explica.

Sobre a possível geração de um conflito de interesses e políticos, Zé Teixeira acredita que o único interesse que o deputado vê seria o da igreja Católica, pelo fato do CIMI pertencer a entidade religiosa. “ Se a igreja busca o lado do bem não terá o que temer, agora se acaso alguém faz parte da igreja para insuflar e incentivar a desordem, isso deve ser apurado, independente de ser católico, protestante, ou ateu”, finaliza.

Paulo Francis

Comentários

comentários