Visitantes tentam entrar em presídios com doces 'de maconha e celular'

Visitantes tentaram entrar em unidades prisionais de Mato Grosso do Sul com celular, bateria e carregador escondidos em bolo de chocolate, maconha disfarçada no recheio de bolachas e chip no bolso da calça.

Segundo a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), no Estabelecimento Penal Feminino de São Gabriel do Oeste, na sexta-feira (29), uma mulher de 32 anos foi flagrada com porções de maconha escondidas no recheio de bolachas. Ela ainda escondia uma trouxinha de cocaína no meio dos objetos pessoais.

Celular, bateria e carregador estavam escondidos em bolo (Foto: Divulgação/ Agepen)
Celular, bateria e carregador estavam escondidos em bolo (Foto: Divulgação/ Agepen)

A guarnição da Polícia Militar foi chamada e a encaminhou para a delegacia de Polícia Civil da cidade, onde a visitante foi indiciada em flagrante por tráfico de entorpecentes, com agravantes por se tratar de estabelecimento prisional.

Droga foi escondida em bolacha recheada por visitante (Foto: Divulgação/ Agepen)
Droga foi escondida em bolacha recheada por
visitante (Foto: Divulgação/ Agepen)

Em Campo Grande, uma jovem de 20 anos, tentou entrar no Presídio de Trânsito com um chip, no sábado (30). A agente penitenciária encontrou o material proibido escondido no bolso da calça da visitante. Conforme boletim de ocorrência, ela foi indiciada no art. 349-A do Código Penal Brasileiro, por favorecimento real, que tipifica como crime ao ato de tentar ingressar com aparelho telefônico de comunicação móvel, de rádio ou similar, sem autorização legal, em estabelecimento prisional.

Em Ponta Porã, na unidade feminina de regime fechado, as agentes descobriram um aparelho celular, com bateria e carregador, dentro de um bolo levado por um visitante do sexo masculino, de 23 anos, no domingo (31).

Ele alegou que o alimento havia sido entregue por uma conhecida, interna do regime semiaberto, do lado de fora da unidade prisional e que não sabia da existência do material proibido. O visitante e a mulher foram encaminhados à delegacia, onde a detenta confirmou a versão dos fatos. Ela foi indiciada como autora, por favorecimento real, e ele como testemunha.

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