Vigilância Sanitária interdita lote de feijão com caramujo e envia amostra para análise

A Vigilância Sanitária de Coxim interditou na tarde desta sexta-feira (15) o lote do feijão Vô Cidi, que estaria sendo vendido com caramujos em um supermercado do município. Uma amostra do produto também foi enviada para análise.

Foto: Angela Bezerra
Foto: Angela Bezerra

De acordo com o gerente de vigilância em saúde, Saimon Candido, assim que a Vigilância Sanitária tomou conhecimento do caso, o lote do feijão foi interditado e lacrado com proteção de violação no depósito do supermercado.

Segundo Candido, uma amostra do produto também foi enviada para o LACEN (Laboratório Central de Saúde Pública) onde será analisado. Após analise laboratorial todo o lote do feijão pode ser inutilizado e descartado.

Ainda conforme o gerente, uma equipe da Vigilância Sanitária também percorrerá os demais supermercados de Coxim verificando eventuais irregularidades do tipo no lote do produto.

Entenda o caso

Na última quinta-feira (14), a manicure Marinelza Carmo da Silva, de 40 anos, moradora da Vila São Paulo em Coxim, encontrou caramujos cozidos junto com o feijão servido durante o almoço em família.

A manicure contou que cozinhou o feijão como de costume e serviu para a família, porém durante a refeição o filho dela se deparou com um caramujo no meio do prato. Desesperada ela foi até o pote onde havia despejado o mantimento, comprado na tarde da quarta-feira (13) em um supermercado de Coxim, e para sua surpresa outros pequenos moluscos também foram encontrados em meio ao feijão cru.

Imediatamente Marinelza ligou para sua mãe, a aposentada Terezinha Maria da Silva, de 74 anos, que também havia adquirido o produto no mesmo dia, pedindo para que ela verificasse se haviam caramujos nos pacotes do feijão e mais uma vez veio a constatação.

Segundo Marinelza, dos sete pacotes da marca Vô Cidi comprados por elas, foram encontrados caramujos em pelo menos cinco deles, todos ainda lacrados conforme distribuído pela empresa Centro Oeste Cereais LTDA de Campo Grande (MS).

Na manhã desta sexta-feira (15), mãe e filha procuraram o Procon de Coxim, onde protocolaram a reclamação. Em seguida elas foram orientadas a procurar a Vigilância Sanitária e a Polícia Civil para registrar o caso.

Segundo o diretor executivo do Procon de Coxim, Mecias Sousa Alves, o órgão tomará as providências para que o lote do produto envolvido no caso seja retirado dos supermercados e de circulação o mais rápido possível.

 

Com Informações Edição de Notícias

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