Vereadores querem e apontam novo afastamento de Alcides Bernal

sariva01A crise institucional ou briga politica sem fim, volta a ficar extrema entre o prefeito Alcides Bernal e a Câmara de Vereadores, ficando 100% radicalizada. A efervescente relação ou falta da mesma retorna ao ponto de já ser confirmado por parlamentares, o encaminhamento de novo processo de afastamento do chefe do Executivo, que conseguiu judicialmente, retornar ao cargo em agosto do ano passado, após ser cassado em março de 2014 pelos vereadores. A ação é dada como certa pelo presidente da CCJ (Comissão de Comissão e Justiça) da Câmara da Capital, vereador Airton Saraiva (DEM). Ele revelou na sessão desta quinta-feira (31), o provável inicio nos próximos dias, de novo processo contra o prefeito, e pelos mesmos motivos que culminaram com sua cassação há dois anos.

O parlamentar disse que podem reabrir o próprio processo anterior, com agravante de outras ações, mas que são de mesmos erros, e que já tiveram mais consequências prejudiciais para o município, do que da primeira vez. De acordo com o democrata, a documentação resultante da Comissão Processante em 2013 pela Câmara, que questionava contratos emergenciais e suplementação da administração de Bernal, junto a atual situação, foi encaminhada ao TCE (Tribunal de Contas do Estado) e MPE (Ministério Público Estadual), que também devem se posicionar. “Ainda essa semana um dos órgãos estaduais deve se manifestar sobre a legalidade dos atos da comissão”, apontou Saraiva.

Saraiva aponta que o que era ‘desejo de uma parte, agora é de todos, e mais do que nunca, é necessário a Câmara agir, por mais que se coloque, que o mandato de Bernal esteja caminhando para o fim. “Os erros são os mesmos e cada vez mais prejudica e traz prejuizos ao  que se soma a insatisfação dos vereadores com toda a adm, que tem parte agora de outros vereadores que antes o apoiava. “Todos os vereadores da Casa estão insatisfeitos com a atual administração. O impossível aconteceu, do ruim, ficar pior ainda. Temos que salvar CG”, declarou Saraiva.

O democrata, com o aval do Ministério Público ou do Tribunal de Contas, espera ou reiniciar os trabalhos da comissão processante ou solicitar de imediato, o afastamento do prefeito por 180 dias, até que a Câmara conclua os trabalhos de apuração de eventuais irregularidades da gestão municipal atualmente, e ainda passada.

Matéria: Lúcio Borges

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