Venda de marcas de palmito e suplemento alimentar é proibida pela Anvisa

Palmito Imperador (Foto: Reprodução)
Palmito Imperador (Foto: Reprodução)

A venda de um lote de palmito de açaí em conserva da marca Imperador foi proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Segundo o órgão, o produto teve “resultados insatisfatórios nos testes de incubação e análise de rotulagem” em análise feita pela Fundação Ezequiel Dias, de Minas Gerais. Em um teste de aquecimento, o palmito mudou de cor e ficou amarelado. A Anvisa afirmou que a mudança não traz riscos para saúde.

O lote que teve a comércio proibido foi o LOT 043, fabricado no dia 15 de abril deste ano. A fabricante do palmito em conserva, denominada Indústria e Comércio Nobre e com sede em Abaetetuba, no Pará, não solicitou contraprova à Anvisa. Assim, o órgão decidiu pela suspensão do lote.

A empresa deverá recolher todo o estoque do produto existente no mercado. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (8).

Suplemento proibido

A Anvisa também determinou a proibição da fabricação, distribuição e comercialização de suplementos alimentares produzidos pela empresa Vulgo, com sede em Belo horizonte, Minas Gerais.

De acordo com a Anvisa, os produtos não possuem registro ou não tiveram a marca aprovada no registro do fabricante. Todos os lotes dos produtos são afetados.

Fica proibida a fabricação e venda do módulo de L-glutamina para nutrição enteral das marcas TOP FUEL/VULGO, óleo de cártamo em cápsulas da marca VULGO, óleo de peixe “ômega 3” das marcas FISH OIL/TOP FUEL/VULGO e óleo de coco extra virgem em cápsulas.

A empresa Vulgo afirmou que vai regularizar o registro.

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