“Vamos reconstruir Campo Grande em parcerias que não eram possíveis”, anunciam prefeito e governador

Parceria é simbolicamente fechada no aberto de mãos dos chefes do Executivo estadual e municipal e do Legislativo (Fotos: Lúcio Borges)

A fala em que titulamos a matéria é um resumo de três ações imediatas anunciadas hoje (4), a serem aplicadas em Campo Grande pela nova administração em parceria com o governo do Estado. O tapa buracos, casas para famílias da “Cidade de Deus” e déficit habitacional em geral da Capital, e, a Caravana da Saúde, formam o tripe de ações definidas na manhã desta quarta-feira (4), em primeira reunião oficial, ocorrida no Paço Municipal, entre o governador Reinaldo Azambuja e o prefeito Marquinhos Trad. Os chefes dos Executivos, anunciaram as decisões tomadas na reunião que contou com a presença de todo o secretariado municipal e dois, do principais secretários de Estado. A pedido do governador foi realizado o encontro para começar ou resolver os problemas mais crônicos da cidade entre as primeiras ações de parcerias discutidas e agora possível, que segundo eles, não eram aceitas ou concretizadas até está troca de gestão.

Azambuja e Trad utilizaram palavras chaves ou chavões, como união, pontes, reconstrução para definirem o que pretendem ‘trabalhar em conjunto’ para recuperar a cidade, onde sem citar nome, mas direta ou indiretamente alfinetaram a gestão anterior de Alcides Bernal.

“Nos reunimos com as equipes de nossos governos para nos apresentar e já termos elo e definir o que se pode fazer para reconstruir Campo Grande, o mais rápido possível, ao menos em questões vitais ou que estão sendo grandes problemas de imediato. Vamos fazer parceria imediata, que estavam interrompidas, travadas nos últimos dois anos, para reconstruir nossa Capital. Vimos aqui ou definimos o que todos já sabemos e vivemos, que temos que tapar os buracos das ruas que vem destruindo a cidade em outras áreas, a questão da habitação e na Saúde, nas especifidades que afligem a população”, disse Azambuja, ao abrir sua fala, após ser sincerionado pelo prefeito.

Para o prefeito Marquinhos Trad, o momento é de união para a reconstrução da Capital. “Vamos fazer ou reconstruir pontes, destruir muros que foram erguidos nos últimos quatro anos. Queremos ou faremos a união que interessa e interfere na vida da cidade. Tudo que discutimos na reunião foi dentro do que temos a olhos nú e faremos ou podemos faer em planejamento a curto prazo entre parceria que firmamos hoje aqui, e que serão concretizadas após equipes de secretários sentarem e verem detalhes de cada questão. E o que sermos parceiros deixou o próprio governador anunciar, pois além da ajuda que virá, o que se pensou e quem que sugeriu e nos buscou, pediu a reunião urgente, foi o governador, que tem Campo Grande a fazer um trabalho maior, mais tanto quanto ou entre os 79 municípios de Mato Grosso do Sul ”, disse Trad.

Assim, o governador e o prefeito, firmaram na manhã de hoje, ditas primeiras parceria e com medidas emergenciais para a Capital. A reunião aconteceu na prefeitura e foi acompanhada pelos secretários de primeiro escalão do município e do chefe da Casa Civil estadual, Sérgio de Paula, e da Administração, Carlos Alberto de Assis.

“Resolvemos, e não tem como ser outra parceria agora, para tapar imediatamente os buracos da cidade. Vamos fazer levantamento financeiro e chamar as empresas para ampliarem os trabalhos, garantindo o efetivo pagamento, entre devidos, no presente e em mostra de disponibilidade de verbas ‘futuras’, com recursos do Estado e da prefeitura. Iremos ir em segundo ou entre as três prioridades elencadas, no trabalho com a Agehab (Agência de habitação), para resolver o problema habitacional, principalmente dos moradores que foram retirados da Cidade de Deus. E por fim, já definido e que será planejado a realização da Caravana da Saúde 2017, prevista para março, tendo início pela Capital”, anunciou o governador.

Trad com toda equipe recebe o governador em primeiro encontro oficial (Foto: Lúcio Borges)

Recursos

Azambuja não falou em quantia de dinheiro, mas ratificou ou detalhou que a parceria para o ‘tapa buraco’ será feita com recursos, a serem levantados pelos secretários da área, que possam ser liberados, pela Secretaria de Obras do Estado, como já foi feito ou agregado a outros municípios em situação de emergência. Bem como, ter um papel de avalizador, garantindo as verbas. “Isto é objetivando fazer com que as empresas tenham, não só o dinheiro em si, mas a garantia e confiança de pagamentos para que possam aumentar as equipes de trabalho e realizar o trabalho mais rápido possível”, disse.

“É urgente, mas as empresas não tinham como fazer ou quando recebiam era para acertar o que já havia sido feito ou de curtíssimo prazo. Elas tem que ter ou voltar a ter confiança que poderão fazer para receber em dia ou com garantia de data. Ainda mesmo, se capitalizar como qualquer agente privado, que fazendo o serviço, ampliando equipes para resolver os seus problemas de completar e até facilitar trabalho chegando ao fim o mais rápido, que terá os seus pagamentos e recursos repostos ou pagos mesmo dentro do que foi estipulado em contrato”, detalhou o governador.

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