Uruguai passa sufoco mas vence Equador e segue em segundo na tabela

Diante de mais de 40 mil torcedores no mitológico Estádio Centenário, o Uruguai entrava em campo para fazer sua última partida em casa em 2016. Tudo que queria o Equador, que não tem nada a ver com isso, era estragar a festa. Edinson Cavani, artilheiro das eliminatórias (com sete gols), não estava em campo por lesão, então a responsabilidade de marcar caiu sobre as costas de Luis Suárez. Mas ninguém esperava que o zagueiro Coates, numa finalização bem esquisita, fosse abrir o placar. Caicedo, goleador, deixou tudo igual para o Equador no final do primeiro tempo só para ver Diego Rolán, um minuto depois, colocar a Celeste novamente na frente. Vitória suada por 2 a 1 que mantém os uruguaios na vice-liderança, muito perto de uma vaga na Copa do Mundo 2018.

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NA COLA DO BRASIL

A vitória do Uruguai – a sétima nessas eliminatórias – assegurou a segunda colocação na tabela, com 23 pontos, apenas um atrás do líder Brasil. O mais importante é que a Celeste conseguiur abrir cinco pontos de distância da Colômbia, que está em terceiro. O Equador também não se mexeu: continua na quarta posição, com 17 pontos.

PROVIDENCIAL

Bem organizado em campo, o Equador empatou o jogo aos 44 minutos do segundo tempo, com um gol de Caicedo. A sorte do Uruguai é que o desempate veio no lance seguinte. Carlos Sánchez cruzou rasteiro para dentro da área, e Diego Rolán, de letra, marcou.

FOI O PRIMEIRO

Para se ter uma ideia do trabalho que o Equador deu, o gol marcado por Caicedo foi o primeiro sofrido pelo Uruguai no Estádio Centenário nessas eliminatórias. Nos cinco jogos anteriores, a defesa celeste não havia sido vazada.

CORREU, AO MENOS

Sem Cavani, que sofreu uma lesão na coxa em partida do Paris Saint-Germain, Luis Suárez era a principal estrela da partida. O atacante do Barcelona é o vice-artilheiro do Uruguai nas eliminatórias, com três gols. Esperava-se muito dele, o que não aconteceu. Ele teve uma atuação apagada, longe do brilho que costuma ter no Barcelona, por exemplo. Mas ninguém pode reclamar de falta de empenho do camisa 9: ele correu o tempo todo, lutou e incomodou a defesa do Equador.

 

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