Uber considera decreto o mais duro do Brasil e deve recorrer na Justiça

Silvio Mori com informações de Lúcio Borges

Vereador Vinicius Siqueira (DEM) – (Foto: Lúcio Borges)

Durante a sessão ordinária na Câmara dos Vereadores de Campo Grande, na manhã desta terça-feira (16), o vereador Vinicius Siqueira (DEM), afirmou ter recebido um telefonema da direção nacional da empresa Uber Brasília, que relatou ter recebido o decreto, que oficializa o serviço de motoristas por aplicativo na Capital. Eles consideraram a regulamentação, como sendo a “mais dura do Brasil”, o que deve ter por consequência, a busca pelo Poder Judiciário, que já foi considerado e deve ser feito encaminhado pela empresa no caso de ser ratificado o decreto como foi determinado e publicado nesta terça-feira (16), pelo prefeito Marquinhos Trad. O chefe do Executivo, inclusive na manhã de hoje, em entrevista a rádio Capital FM 95, falou sobre o assunto, onde exaltou que “O consumidor não terá prejuízo nenhum”, diante a regulamentação do ‘Uber’.

“A relações pública do Uber nacional -em Brasília – disse que na análise geral, foi avaliado que tem muitos detalhes, muitos itens e quase tudo muito duro para realizar o serviço na Capital. Aqui em Campo Grande a dificuldade será total em pensar ser Uber. Já foi pensado e a empresa deve buscar a Justiça para rever e ou garantir os serviços de iniciativa privada, relatou ela”, disse o vereador.

Vinicius ainda informou que a Uber considerou três itens como de maior impacto dentre todo o conteúdo do decreto. “O primeiro e até o máximo foi a tributação, que terá um imposto de 7% sobre o valor de cada quilômetro rodado; depois à questão de ser motorista com tanta exigência pontual que não teria necessidade, como curso anual, e por fim, até uma possível interferência em setor privado, sendo que não e concessão pública “, disse.

Para o vereador, ele tem que pensar o município, mas vê também, que a princípio, concorda que o decreto está ainda muito rígido. “O Estado tem que interferir o mínimo possível na questão privada. Até porque que em geral tudo que mexe, acaba estragando, ainda mais no que está dando certo, aprovado e fazendo bem a população. Vejo que o decreto, teve ou tem muitos itens que foi colocado por decisão do Marcos -prefeito – tem que ainda se ver, apesar de ter passado pela então comissão, que não era deliberativa”, apontou.

 

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