Túnel cavado por detentos da Máxima é fechado com uso de concreto

Foi fechado no início da tarde desta quinta-feira, dia 7 de janeiro, um túnel que estava sendo aberto para fuga de penitenciários no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande, no Jardim Noroeste. O túnel de quase dois metros estava sendo aberto nos fundos do pavilhão 1 na Ala B, próximo ao acesso à muralha. O buraco foi fechado com uso de concreto.

(Foto: Divulgação/Agepen)
(Foto: Divulgação/Agepen)

A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) deverá abrir uma sindicância para apurar os fatos. Os detentos teriam se aproveitado do horário de banho de sol e do grande volume de internos no local, quase 400, para abrirem o túnel.

Os agentes penitenciários ficam posicionados a mais 40 metros do local identificado. Os detentos também utilizavam um pedaço de concreto para tampar o túnel e dificultar sua localização.

Para o diretor-presidente da Agepen, Ailton Stropa Garcia, a ocorrência é própria do ambiente prisional e demonstra o empenho dos agentes penitenciários em impedir que os presos consigam fugir. “Rotineiramente nossos servidores monitoram e buscam meios de se antecipar às possibilidades e evitar as ocorrências de fugas”, destaca.

CAPTURADO

o Batalhão de Choque da Polícia Militar deteve na noite de ontem, 6 de janeiro, Geraldo de Souza Pereira Neto, 37 anos, conhecido como Japonês do PCC. Ele tinha fugido da Máxima no dia 2 de janeiro, pulando os muros. Hoje pela manhã, em entrevista ao Diário Digital, o diretor-presidente Agepen, Ailton Stropa Garcia informou que a fuga só foi possível porque um raio provocou pane e desativou as cercas elétricas.

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