"Temos mecanismos para enxugar a máquina pública", diz Mário Cesar sobre a greve dos professores

O presidente da Câmara Municipal, vereador Mario Cesar afirmou na Tribuna durante a sessão ordinária desta quinta-feira (18) que a Prefeitura de Campo Grande tem mecanismos para enxugar a máquina pública e com isso conseguir por fim à greve dos professores, cumprindo assim o reajuste de 13,01% previsto na Lei 5.411, conhecida como a Lei do Piso Nacional dos Professores.

O presidente da Casa de Leis, se comprometeu a agendar uma reunião entre a categoria  e o prefeito Gilmar Olarte,
O presidente da Casa de Leis, se comprometeu a agendar uma reunião entre a categoria e o prefeito Gilmar Olarte,

De acordo com o chefe do Poder Legislativo, “todos me perguntaram porque estou calado, não usei essa Tribuna até então, porque eu não queria usar disso aqui como bandeira político-partidária. Não quero surfar numa onda apenas para autopromoção. Mas de maneira séria, digo que temos mecanismo de enxugar a máquina pública, para que as coisas possam fluir com os menores problemas possíveis, ao contrário do que estamos enfrentado hoje. Prefeito… deixe a Câmara lhe ajudar, fazemos orientações diretas, factíveis, não estamos fazendo politicagem. É preciso cortar os excessos, são soluções caseiras, cortar o que se considera como supérfluo, para retomar o crescimento de Campo Grande. Só assim, o prefeito terá franqueza de chegar e conversar com os professores, porque ele estará fazendo a parte dele para buscar uma solução”, afirmou Mario Cesar.

O presidente da Casa de Leis, se comprometeu a agendar uma reunião entre a categoria do magistério e o prefeito Gilmar Olarte, em busca de uma solução que possa por fim à greve dos professores da Rede Municipal de Ensino.

“O prefeito tem que sentar a mesa até pra dizer o não, de maneira convincente, de maneira verdadeira, pragmática. Todo candidato a cargos do Executivo, seja federal, municipal ou estadual, deve valorizar a melhor coisa, que são os servidores públicos, porque eles são detentores de cargos. Nosso mandato é por tempo determinado e os servidores são permanentes, entra prefeito e sai prefeito, mas os servidores continuam. Os servidores são a mola mestra que movem o município. Estamos atravessando em Campo Grande uma situação completamente ‘sui generis’. Não merecíamos passar por isso, que sejamos um exemplo para o Brasil como um todo. Os indicativos nos mostram que a partir de 2017 vamos começar a sair da crise, mas se não tiver planejamento e uma previsão de execução orçamentária, não vai dar certo”, afirmou Mario Cesar em seu pronunciamento em Plenário.

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