Técnica de enfermagem confessa ter enterrado a mãe desaparecida no quintal de casa

Na manhã desta terça-feira (23), a conclusão do exame de corpo de delito da idosa enterrada em frente a casa onde morava não apontou sinais de violência no corpo.

Apesar do corpo já estar em avançado estado de putrefação, os peritos conseguiram concluir que o corpo não possui perfurações, marcas de violência, de sufocamento, e nem indícios de que a vítima tenha sido enterrada viva.

Filha confessou que a idosa estava morta e enterrada em frente de casa

Segundo o site Rádio Caçula, a filha da vítima, principal suspeita do crime, foi ouvida pelo delegado do SIG, Dr. Ailton Pereira. Em entrevista ela disse que entrou em estado de choque, por isso não acionou a polícia.

Cintya Chagas Costa, de 45 anos, que já havia sido indiciada por maus tratos pela Justiça de SP, foi indiciada por ocultação de cadáver e teve sua prisão preventiva solicitada.

A Polícia Civil dará continuidade às investigações ao longo do dia, para descobrir mais detalhes sobre o caso.

Entenda o caso

Uma idosa, de 77 anos, identificada como Helena Chagas da Costa, morta desde o dia 3 de outubro, teve seu corpo localizado por investigadores do SIG (Setor de Investigações Gerais) na noite de segunda-feira (22).

O caso aconteceu no bairro Set Sul, zona Leste de Três Lagoas, cidade a 338 quilômetros de Campo Grande e, de acordo com informações, a filha teria registrado o desaparecimento da mãe, mas hoje confessou que a idosa estava morta e enterrada em frente de casa. A suspeita enterrou a vítima em uma cova rasa, no quintal.

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