Setembro Verde lembra que doar órgãos é um ato de salvar vidas

Nádia Nicolau

Salvar vidas, esse é o principal objetivo da coordenadora da Central Estadual de Transplante, Claire Miozzo, do Coronel da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, Adalberto Ortale Júnior, à frente da Coordenação do Transporte Aéreo da Casa Militar, e das suas respectivas equipes.

Em entrevista ao Tribuna Livre, na manhã desta quarta-feira (25), eles explicaram o funcionamento do trabalho, bem como a logística envolvida na coleta dos órgãos, essas ações, neste mês, são representadas pela terminologia “Setembro Verde”, que remete à campanha oficial.

Conforme Claire, nos últimos dois anos, houve um aumento considerável de registros de doação de órgãos. Ela atribui esse quantitativo a um conjunto de medidas que, nas palavras dela, “tem feito a diferença”. No entanto, a coordenadora da Central de Transplante de MS, frisou que é fundamental, em vida, se declarar doador de órgãos. Ela destacou, também, que o órgão mais requisitado é o rim.

Há todo um trabalho assistencial às famílias que concordam em doar. “Temos equipes treinadas e fazemos o acolhimento familiar”, disse Claire.

No Estado, para auxiliar na agilidade de entrega dos órgãos doados, entra em ação o Transporte Aéreo da Casa Militar que, para este trabalho, conta com três aeronaves e 6 pessoas na equipe. Mas conforme o coronel Adalberto Ortale Júnior, a ideia é ampliar para oferecer ainda mais rapidez.

No momento do chamado, dentro das 24 horas, seja dia ou noite, sempre há uma aeronave pronta, à disposição, e no meio de toda essa logística, são envolvidas de 20 a 30 pessoas.

“O resultado desse trabalho é um ato de amor puro, e nós só podemos dar esse apoio, levando e buscando esperança para salvar vidas”, declarou o coronel Adalberto.

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