Santa Casa quer contrato estável com a Prefeitura

O presidente da ABCG (Associação Beneficente de Campo Grande), Wilson Teslenco, está na Câmara Municipal nesta terça-feira (5) para explicar porque a unidade hospitalar interrompeu, a partir de hoje, parte dos atendimentos.

Ele reuniu-se com vereadores para negociar a proposta de apresentar para a Comissão de Orçamento da Câmara, uma emenda que destine parte de restos de arrecadação do município do ano de 2014, da ordem de R$ 78 milhões, para complementar a proposta da prefeitura de Campo Grande de pagar por serviços de média e alta complexidade, R$ 3 milhões por mês, durante 3 meses. A direção da Santa Casa pede R$ 4 milhões por mês durante um ano.”Precisamos de estabilidade”, diz.

Para Teslenco, a principal dificuldade no impasse para se chegar a um acordo sobre os recursos que serão destinados ao hospital pela prefeitura, está em manter os atendimentos há três meses sem a assinatura de um documento que garanta o ressarcimento, pela administração municipal, dos serviços prestados à saúde de Campo Grande.

Sobre a diferença entre os valor proposto pela prefeitura e o apresentado pela direção do hospital como imprescindível para a manutenção dos serviços, de R$ 1 milhão por mês, o presidente da Santa Casa afirma que “para prefeitura pode ser pouco, mas para a Santa Casa é muito” e acrescentou: “A prefeitura precisa avaliar a importância que os serviços prestados pela Santa Casa têm para a saúde municipal e que o hospital não pode abrir mão de um valor desses, imprescindível para serviços efetivamente prestados”.

Para ele a saúde do município não vem recebendo “a mesma atenção que a da coleta de lixo’, comparou

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