Rose propõe integração com Estado e União para melhor atendimento na saúde

A Constituição Federal, por meio do artigo 196, garante que “a saúde é direito de todos e dever do Estado”.  Quando se atribui a responsabilidade ao Estado, entende-se que o compromisso é da União, do Estado e também dos municípios, ou seja, a obrigação é todos.

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Dentre os compromissos da candidata a prefeita pela coligação Juntos por Campo Grande (PSDB-PR-PDT-PSB-PRB-PSL-SD), Rose Modesto, está a integração do município com Estado e União para garantir qualidade à população nos serviços prestados na área da saúde.

Hoje, equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) faz a regulação de pacientes na rede municipal, enquanto na rede estadual o serviço fica a cargo da Secretaria de Estado de Saúde.

A prefeitura resiste em somar esforços com o Governo do Estado e a falta de cooperação resulta em disputa e sofrimento da população, já que a atual administração insiste em afirmar que é gestora plena dos recursos provenientes do SUS (Sistema Único de Saúde) e, consequentemente, a única responsável pela regulação de vagas no município.

A situação fica ainda pior nos finais de semana em razão das longas horas de espera por atendimento nas unidades 24h, diante da falta de médicos.

A falta de remédios, vacinas e até de tubos para coleta de sangue, bem como o desgaste para agendar consultas e exames fazem parte da realidade da população de Campo Grande.

Rose Modesto tem como meta desafogar o sistema de saúde e acabar com a superlotação nos postos. Para isso, vai distribuir adequadamente as vagas disponíveis para receber pacientes, agilizar o atendimento, aumentar o número de profissionais e melhorar o serviço médico prestado.

Campo Grande não apenas atende pacientes que moram na cidade e nos municípios vizinhos, como também recebe pessoas de todo o interior de Mato Grosso do Sul, incluindo pacientes que moram em países que fazem fronteira com o Brasil, tais como Bolívia e Paraguai.

Os problemas da saúde na Capital se tornaram crônicos e, para resolvê-los, o município precisa se envolver mais, cooperar e firmar parcerias com Estado e União a fim de garantir recursos e buscar soluções para oferecer ao cidadão serviço de qualidade, tanto na atenção básica quanto no atendimento especializado de média e alta complexidades.

A saúde será, não só um grande desafio, como também prioridade na gestão de Rose Modesto.

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