Rose Modesto anuncia reunião sobre habitação popular para indígenas

A vice-governadora Rose Modesto (PSDB), que acumula o comando da Secretaria de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), durante entrevista ao programa Tribuna Livre, da Capital FM, e ao portal Página Brazil, comemorou os resultados da Caravana da Saúde, encerrada no município de Ponta Porã no último domingo (17).

Rose Modesto afirmou que a caravana “realizou 50 mil atendimentos, não apenas na área da saúde”. “Oito mil deles foram consultas médicas, com 2.600 procedimentos cirúrgicos”. Sobre o legado da caravana para Ponta Porã, a vice-governadora relacionou: “o município ganhou equipamentos de tomografia, Raio-X e mamografia e ainda a promessa de criação de 10 leitos de UTI no município, com a assinatura de um termo de compromisso”.

Para Modesto, “o mais importante é que a caravana passa, mas a saúde fica”, alegou. Citando que “o que aconteceu na primeira etapa da caravana, no Hospital Regional de Coxim, que passou a contar com um centro de hemodiálise, antiga reivindicação dos municípios da região Norte do Estado”. A vice-governadora declarou que “o governo do Estado tem consciência do transtorno que pacientes renais crônicos têm para – dia sim, dia não -, conseguirem transporte até Campo Grande para se submeterem às sessões de hemodiálise”, ao salientar a importância do centro de hemodiálise.

Questão indígena

Citando as preocupações que divide com a subsecretaria estadual da População Indígena, Silvana Terena (PPS), no desenvolvimento da política indígena no Estado, Rose Modesto destacou a
reunião que será realizada ainda nesta manhã com a secretária estadual de Habitação, Maria do Carmo Avesani Lopez, e o governador Reinaldo Azambuja, para tratar da situação de indígenas que deixaram suas aldeias de origem e hoje vivem em situações precárias nas periferias de Campo Grande e Dourados. Rose Modesto lamentou “particularmente as condições das famílias indígenas da aldeia urbana Darcy Ribeiro, na região urbana do Imbirussu, na Capital, que hoje vivem em barracas de lona”.

Silvio Ferreira

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