Religioso antigay é flagrado usando aplicativo para encontros homossexuais

Reverendo se descrevia como alguém que ‘gosta de transar pelado, fazer sexo oral e dormir de conchinha’

Estados Unidos – O pastor Matt Makela parece ter algumas explicações para dar aos seus fiéis. O reverendo de Michigan, nos EUA, que se dizia contra os homossexuais e transexuais, foi flagrado utilizando o aplicativo para encontros gays Grindr, de acordo com o site norte-americano Queerty , que publicou fotos do perfil do pastor na última segunda-feira.

Em seu perfil no aplicativo, pastor se descrevia como alguém que 'gosta de transar pelado, fazer sexo oral e dormir de conchinha' Foto:  Reprodução Internet
Em seu perfil no aplicativo, pastor se descrevia como alguém que ‘gosta de transar pelado, fazer sexo oral e dormir de conchinha’
Foto: Reprodução Internet

No perfil do pastor, que é casado e pai de cinco filhos, ele se descrevia como alguém que “gosta de transar pelado, fazer sexo oral e massagem. Além de amar dormir de conchinha”. Enquanto isso, no seu perfil do Facebook, Makela distribuia mensagens antigay aos seus fieis e chegou a comparar a homossexualidade ao alcoolismo e transexuais a pedófilos.

Em seu perfil no aplicativo, pastor se descrevia como alguém que ‘gosta de transar pelado, fazer sexo oral e dormir de conchinha’ Foto: Reprodução Internet

De acordo com o site, o pastor confessou que o seu perfil no aplicativo era verdadeiro, mas se recusou a comentar o flagrante. Makela deixou o seu posto na igreja St. John e também deletou o seu perfil nas redes sociais.

A igreja chegou a divulgar um pedido aos fieis para que eles não dêem ouvidos à história e dizendo que o pastor será perdoado por Deus. “Os detalhes do pecado que foram mantidos confidenciais estão sendo postados online por aqueles que procuram fazer o mal à família Makela e à igreja St. John’s. (…) Matt já foi perdoado e ele continua sendo amado, e nós faremos o preciso para continuar ao seu lado e ao lado da família enquanto eles encaram esses ataques”, diz o comunicado.

IG

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