Quarteto de MS com um PM é preso levando munição de fuzil para favela no Rio de Janeiro

Lúcio Borges

Grande material saiu bde Mato Grosso do Sul para distribuir em favelas do Rio. (Foto: Divulgação PRF)

Um quarteto de bandidos de Mato Grosso do Sul, que incluía um policial militar, foi preso nesta semana já no Estado do Rio de Janeiro, levando munição de fuzil para favela da capital carioca. Três presos do município de Mundo Novo, na região do extremo sul do Estado e que é fronteiriça com o Paraguai, onde todos seriam os responsáveis por toda a logística de transporte da munição. Os nomes divulgados são de Cleverson Neves Pessoa, conhecido como Clevinho, 30 anos; Claudecir Queiroz Brito, vulgo como Mato Grosso, 27 anos; Marciano Ferreira Gusmão, o Pokemon, 24 anos, e por fim o PM Gláucio Gomes Martins, 30 anos. Todos foram presos em flagrante, com grande quantidade de munição para fuzis calibre 5,56 mm, mas em duas situações diferentes.

Conforme a polícia daquele Estado, os suspeitos foram detidos simultaneamente em duas situações diferentes, com as apreensões que foram feitas por agentes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos da Polícia Civil, e, por policiais rodoviários federais. O grupo levava o material de MS para distribuir em favelas do Rio. “Clevinho e Mato Grosso, foram encontrados em um quiosque na Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Já o Pokemon e o policial militar Martins, foram presos em Cordovil, na Zona Norte”, apontou policia.

A prisão ocorreu no momento em que o carregamento de munição era entregue ao PM, que seria o responsável por distribuir o material. Ele conduzia um veículo Toyota Corolla roubado e com placas clonadas. A munição apreendida estava escondida no assoalho de um Santana, que era conduzido por Marciano Gusmão.

Na ação, que contou com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), três veículos foram apreendidos com os criminosos.

Mudo Novo (MS) – Cleverson, Claudecir e Marciano são naturais da cidade Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul, e são os responsáveis por toda a logística de transporte da munição de lá para o Rio. Segundo a polícia, todos eles possuem antecedentes criminais por vários crimes como tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, roubo majorado, receptação e contrabando.

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