Quadrilha que trocava droga por carros roubados é presa

Policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), prenderam na manhã de quinta-feira (27) uma quadrilha especializada em negociar veículos roubados no Brasil em troca de drogas no Paraguai. Jabier Guzman Ajala Florentin, 21, Ydelfonso Bazan Garcia, 50, moradores em Capitan Bado (PY) e Herberty Noronha, residente em Goiânia (GO) acabaram presos. Um adolescente de 16 anos foi apreendido.

Quadrilha que trocava carros roubados por drogas foi desarticulada
Quadrilha que trocava carros roubados por drogas foi desarticulada

De acordo com as informações da ocorrência, por volta das 10h, durante bloqueio na MS-156, próximo a Amambai, uma equipe abordou o Fiat Pálio prata com placas do Paraguai conduzido por Jabier, que tinha Ydelfonso como passageiro.

Em vistoria ao veículo não foi localizado nenhuma irregularidade, porém, ambos apresentaram nervosismo e informações ‘desencontradas’, o que chamou atenção da polícia.

Ao observar os aparelhos de telefone celular de ambos, fotos e mensagens de uma negociação de troca de um veículo por maconha foram encontradas. Jabier confessou que negociava maconha com pessoas de São Paulo, Paraná e Goiás e que geralmente a quantidade girava em 50 e 300 quilos.

Ainda conforme ele, uma das formas de pagamento eram carros roubados no Brasil. Jabier ainda prestou informação de um veículo que seria trocado por maconha em Capitan Bado, um Toyota Corolla de cor prata, com placas de Dourados estaria em um estacionamento de mercado em Campo Grande.

Foi solicitado apoio à Polícia Militar na Capital para realizar a apreensão do veículo e do menor, além da prisão de Herberty. Constatou-se ainda após vistoria pelo chassi do veículo Corolla, que o mesmo era produto de roubo na cidade de Goiânia (GO) em 18 de agosto.

Após o flagrante eles confessaram que foram contratados para levar o carro até Campo Grande e que pelo serviço receberiam R$ 5 mil cada. Todos foram trazidos para Dourados onde a quadrilha foi enquadrada no crime de receptação e associação criminosa. O caso foi entregue na Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira).

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