PSDB tem sete partidos na ‘disputa’ pela vaga de vice-prefeito na Capital

Rose Modesto no lançamento de seu nome no mês passado (Foto: Lúcio Borges)
PSDB  no lançamento de Rose Modesto no mês passado (Fotos: Lúcio Borges)

As articulações para eleição de prefeito em Campo Grande à principio tem a maioria dos candidatos já definidos pelos partidos, que em 2016 apontam lançar pelo 13 nomes, que já se colocaram na “ponta” para concorrer. Os pretendentes colocados ou suas siglas querem ter o titular a disputar o Paço Municipal ou no minimo estão na lista para se valorizar e negociar uma vice candidatura ou boa chapa de coligação para eleger membros ao Poder Legislativo. Assim, o candidato a vice-prefeito tem sido o “olhar” dos já pré-candidatos, como a vice-governadora Rose Modesto, nome já definido pelo PSDB e que agora tem ao menos sete partido disputando a vaga. A candidata que está “negociando” diz que o nome sairá do mesmo modo que ela foi escolhida, por meio de ‘pesquisa’.

O ninho tucano tem sido procurado ou já recebido como em seu arco de aliança, sete partidos, que entre os maiores do Estado tem o PSB e PPS como mais próximos, e o PR, mas que também se apresenta com um possível pré-candidato, com o empresário Sergio Longen, tendo sido colocado como tal. Os outros quatro pretendentes são PRB, PT do B e o PROS.

A pré-candidata tucana aponta que tem afirmado a todos que a procura e a seu partido, que toda a composição da chapa majoritária, seguirá a mesma metodologia que a conduziu como nome principal da legenda. Contudo, Rose avalia que o projeto ainda poderia ser emplacado com o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, o secretário de Estado de Administração, Carlos Alberto de Assis, ou o deputado estadual Beto Pereira.

Contudo, a ungida tucana ratifica que o principal são dois pontos para seguir construindo as candidaturas. “Temos dois alicerce já estabelecidos:o dialogo e pesquisa. Estamos no diálogo com as outras legendas que vão compor o arco de alianças e pesquisas vão definir também a escolha do vice, como aconteceu comigo”, disse.

Pesquisas e o que já se apontou

Rose explica que é tempo de mudanças e que antes de ‘qualquer um’ ter projeto ou vontades, tem que se verificar o que a população já pensa e definido parte disso, o candidato, que se prepare para apresentar a sua proposta para a cidade e aos cidadãos, que irão votar, escolher na eleição o melhor do melhor dos concorrentes.

“Trabalhamos com pesquisas, fizemos as discussões com as lideranças para pode chegar ao meu nome, e com o vice vai ser da mesma forma. Deveremos ter definido [o nome] até o fim de junho. Estamos conversando com PRB, PPS, PT do B, PSB, Pros e também com o PR. O diálogo com os aliados é algo fundamental para a composição de um projeto bom para Campo Grande”, explica.

A vice-governadora comenta também o que as pesquisas já apresentaram, onde ela projeta representar uma proposta de desenvolvimento social em Campo Grande seguindo o modelo de gestão que ela integra no governo do Estado, onde atuou entre 2015 até março de 2016 como secretária de Assistência Social. A pré-candidata ainda está impedida pela legislação eleitoral de apresentar detalhadamente o seu programa de governo para Campo Grande, mas pelo menos esboça o que será a essência de uma eventual gestão sua na cidade.

Mas, de acordo com a pré-candidata, seria importante aplicar o conceito da “Caravana da Saúde” – feita atualmente na área da Saúde pelo Governo do Estado – em diversas áreas, no intuito de recuperar o gargalo de administrações até 2016. “Em relação à saúde nós podemos ter a caravana regionalizada, seguindo a ideia de redução da fila de atendimentos eletivos. Não acredito em desenvolvimento social quando só se defende a política da assistência, pois o importante é unir políticas públicas em torno da solução de problemas. Podemos ter as caravanas das obras, saúde ou da cultura, ampliando o conceito de transversalidade”, disse a pré-candidata tucana.

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