“Projeto Rua em Ação”, destinado a moradores de rua inicia segunda-feira(6)

Inicia na próxima segunda-feira(06), das 15 às 20h, no bairro Vila Progresso, em Campo Grande, o Projeto Rua em Ação, que visa atender moradores de rua em situação de risco na Capital. A iniciativa é do Ministério Público Estadual(MPE), através da Secretaria de Assistência Social e da Secretaria de Saúde, com adesão da Associação Comercial e demais órgãos da iniciativa privada.

Promotora Pública de Direitos Humanos, Jaciguara Dantas da Silva Passos
Promotora Pública de Direitos Humanos, Jaciguara Dantas da Silva Passos Foto Paulo Francis

Segundo a Promotora Pública de Direitos Humanos, Jaciguara Dantas da Silva Passos do MPE, o Projeto irá se iniciar na Progresso por ser um local que etá com grande contingente de pessoas em situação de rua, que usam drogas, álcool, podendo a vir se tornar uma cracolândia. Ela frisa que os moradores fizeram uma reclamação nos conselhos de segurança da comunidade e o MPE instaurou procedimento juntamente com parceiros para dar um olhar diferenciado e humano para essas pessoas.

” Estamos fazendo uma grande ação articulada visando minimizar este problema das pessoas que estão em situação de rua, que estão com laços familiares e sociais rompidos, e vivem em estrema vulnerabilidade em virtude da pobreza em que se encontram”, conta.

De acordo com Jaciguara no local serão desenvolvidas ações sociais e na área de saúde, como exames, aplicações de vacinas, corte de cabelo, emissão de documentos, cadastro para vaga de emprego, com o objetivo de garantir cidadania as pessoas que e encontram no bairro e em outras regiões da Capital.

“A nossa intenção é estar destinando essa ação a todos os bairros de Campo Grande, em especial aqueles locais que tenham maior contingente de pessoas em situação de rua, e também no centro da cidade. Então eu conclamo aos moradores do bairro para que possam estar conosco no dia, e que o olhar para os moradores de rua não seja um olhar de indiferença, mas sim um olhar de solidariedade. Queremos que a população não veja o problema como sendo somente do poder público mas sim um problema social que exige a participação e o compartilhamento de responsabilidade para que ele seja no minimo minimizado”, finaliza a Promotora.

Paulo Francis

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