Procuradoria pede 11 anos de prisão a ex-presidente do Barcelona

Gazeta Esportiva.com

Promotoria espanhola pediu 11 anos de prisão e multa ao ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell. Ele é acusado de lavagem de dinheiro e organização criminosa (Foto: PIERRE-PHILIPPE MARCOU/AFP)

A Procuradoria da Espanha pediu, nesta quarta-feira, 11 anos de prisão ao ex-presidente do Barcelona Sandro Rosell e mais uma multa de 59 milhões de euros (R$ 260 milhões). Acusado de lavagem de dinheiro e organização criminosa, ele está em prisão incondicional desde maio de 2017.

A entidade alega que desde 2006 existia uma estrutura entre Rosell, sua mulher (Marta Pineda) e seu advogado (Joan Besóli), aos quais também foram decretadas prisões, por sete e dez anos, respectivamente, com outras pessoas investigadas.

Esse esquema estável era dedicado “à lavagem de dinheiro em grande escala”, tendo como uma das acusações uma comissão de 26 milhões de euros (R$ 96,7 milhões) recebida por Rosell pela renovação de contrato entre a Nike e a CBF, em 2008 – Ricardo Teixeira, preso desde maio de 2017, era o presidente na época, e Rosell era o executivo da Nike no Brasil.

Desde que está preso, Rosell pediu onze petições para cumprir sua pena em liberdade, mas todas foram negadas. A última delas foi em maio deste ano. Ele foi presidente do Barcelona entre os anos de 2010 e 2014, quando o clube catalão conquistou uma Liga dos Campeões (2010-11) e dois Campeonatos Espanhóis (2010-11 e 2012-13). Rosell pediu demissão do cargo em janeiro de 2014 por conta de suspeitas de ilegalidades na negociação de Neymar.

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