Presidente da Assembleia anuncia balanço das ações da Casa no dia 16

Presidente da ALMS avaliou como positiva a performance da Casa no último semestre: “Não nos furtamos em atuar em todas as discussões das questões sociais mais importantes para Mato Grosso do Sul no último semestre” – Foto: Silvio Ferreira

Em entrevista ao programa Tribuna Livre, da Capital FM, e ao portal Página Brazil, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Júnior Mochi (PMDB) defendeu que a Casa “não tem se furtado em nenhuma das questões mais importantes para Mato Grosso do Sul nos últimos meses, seja na economia ou nas principais demandas da sociedade sul-mato-grossense””. Mochi anunciou que um balanço das ações da Casa será apresentado no próximo dia 16.

“Na questão da redução da alíquota do diesel de 17 para 12%, que espera-se – em um contexto em que se vendem 100 milhões de litros de diesel – se fomente a economia do estado como um todo, porque quando se reduzem os gastos com combustível, pressupõe-se que o valor dos produtos diretamente impactados pelo custo do frete também sejam reduzidos”, analisou.

Sobre a CPI da Enersul/Energisa, o deputado afirmou que, “apesar de respeitarem e obedecerem as decisões da Justiça, os deputados esperam, inconformados, pela suspensão da liminar que paralisou a CPI” que investiga irregularidades na concessionária de energia elétrica do estado. “Nós recorremos dessa decisão” [da liminar concedida pela Justiça de MS] “que paralisou os trabalhos da comissão parlamentar que investiga os prováveis prejuízos para os consumidores de Mato Grosso do Sul.”

“Diante dos R$400 milhões de desvios detectados por auditoria realizada pela empresa Price Waterhouse Coopers na Enersul, do Grupo Rede, então concessionária de energia elétrica em MS, que deu lugar à Energisa”, Mochi considerou: “estamos esperando a decisão da Justiça quanto ao nosso recurso, pois entendemos que a decisão de suspender a CPI é uma invasão nas prerrogativas do Legislativo de fiscalizar questões que prejudiquem ao cidadão do estado”.

Para o presidente da ALMS, a performance da Casa no último semestre foi positiva: “Acompanhamos a questão da crise na saúde de Campo Grande e do estado, a partir da colaboração nas negociações da Prefeitura de Campo Grande e do governo do estado com a Santa Casa; atuamos na greve dos médicos e agora, na paralisação dos enfermeiros; garantimos a aprovação da lei que permitiu escalonar os reajustes anuais dos professores estaduais, depois de muitas negociações com a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul). Enfim, não nos furtamos de trabalhar sobre as principais questões da sociedade sul-mato-grossense e no próximo dia 16, apresentaremos um balanço dos primeiros seis meses de trabalho da Casa”, finalizou.

Silvio Ferreira

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