Prefeitura consegue parceria com Estado para tapar ‘buracos’ de Campo Grande

O Página Brazil já noticiou sobre o encontro em que o prefeito Marquinhos Trad recebeu, a pedido, o governador Reinaldo Azambuja, onde anunciaram que irão reconstruir Campo Grande em parcerias que não eram possíveis, nos últimos quatro anos. Após o prefeito, junto com todo seu secretariado, se reunir a portas fechadas com o chefe do Executivo estadual e com o presidente da Câmara Municipal, vereador João Rocha, no Paço Municipal, foi feito um acordo de “união pela reconstrução da Capital”. E já para iniciar a parcerias, foram listado três principais problemas, que afligem o município. O principal é a recuperação do asfalto, que tem ‘destruído’ o dia a dia da cidade em diversas áreas.

O prefeito apontou que objetivo é reconstruir a malha asfáltica em parceria com o Estado, sendo de imediato, para tapar os buracos na via, o mais rápido possível e já em curto prazo, recapear principais ruas da cidade. Ele apontou que ficou acordado que os secretários de infraestrutura devem fazer um levantamento para ser apresentado na próxima semana.  “O objetivo é reconstruir a malha viária, os secretários de obras devem realizar um levantamento dos buracos que tomam conta das ruas de Campo Grande, trazer o resultado sobre essa quantidade na próxima semana para traçar um plano e ver quanto será disponibilizado tanto do município quanto do Estado. Nós somos responsáveis pelo bem estar da população, se as pessoas serão tristes ou felizes. Cabe a nós tomar decisões que vão impactar em toda a sociedade”, disse Trad.

O prefeito afirma ainda que é contra medidas emergenciais, mas não vê outra alternativa para solucionar o problema que toma conta das ruas da Capital. Além do serviço de tapa-buraco, Marquinhos estuda recapear as principais vias de Campo Grande, seguindo os mesmos passos de Azambuja, que já providenciou o recapeamento da Avenida Euller de Azevedo e do acesso ao distrito Industrial.

Outras duas medidas

Além disso, Marquinhos aproveitou o encontro para firmar acordo para a construção de novas casas, priorizando a população da Cidade de Deus, que deve ser contemplada através de uma parceria entre a Emha (Agência Municipal de habitação) e a AGEHAB Agência Estadual de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul).

Conforme Azambuja, a construção das 140 moradias para a Cidade de Deus deve ser realizada “em forma de mutirão, assim como aconteceu em outros municípios”.

Reinaldo relembra a dificuldade de dialogar com a gestão passadado pepista Alcides Bernal. “Nos dois últimos anos foi a prova de um diálogo totalmente difícil, agora iniciamos para reconstruir Campo Grande, tirar a população do sofrimento”.

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