Prefeitura abre seletiva para incubadora de alimentos e couro

Lúcio Borges

Os empreendedores ou aqueles que querem se tornar um na área de alimentos e couro podem ter uma chance no Sistema Municipal de Incubação de Empresas (SMIE), da prefeitura de Campo Grande. Para isto, podem procurar a oportunidade em seletiva aberta nesta quinta-feira (7), pela Sedesc (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia), que é responsável pela duas incubadoras existente pela administração pública local. O processo seletivo para entrar nas Incubadoras municipal foi publicou hoje (7) no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), apontando necessidade de inscrição com planos de empreendimento já elaborado.

Conforme o documento e objetivos da Prefeitura, isto é em sequência ao processo de chamamento de empreendedores para ocuparem novas vagas no Sistema Municipal de Incubação, através da Sedesc. Hoje, o Diogrande traz os Editais 03/2019 e 04/2019, denominados de Fluxo Contínuo, para processos de seleção de propostas para vagas em duas incubadoras.

A incubadora tecnológica ‘Francisco Giordano Neto’, tem atividade principal seja Artefatos de Couro, na modalidade de incubação residente, e já na outra, ‘Norman Edwards Hanson’, a atividade  é voltada para Alimentos para Consumo Humano, nas modalidades de incubação residente e virtual (à distância).

O processo de inscrição deverá ser feito pelo candidato ao empreendimento, apresentando um plano de negócios simplificado na ‘Francisco Giordano Neto’ localizada na Rua Marquês de Leão, 1214 – Bairro Estrela Dalva. Na ‘Norman Edwards Hanson’  localizada na Avenida Gal. Alberto Carlos de Mendonça Lima nº 2251, Bairro São Conrado, terá essa nova modalidade de edital – de Fluxo Contínuo – que permitirá ao longo do ano a Sedesc, selecionar novos empreendedores sem a necessidade de lançar novo edital. O encerramento do processo de seleção será apenas em outubro deste ano.

Critérios

Estes são os critérios para avaliação durante o processo de seleção de novos incubados: a) potencial mercadológico, viabilidade técnica, econômica e financeira do empreendimento; b) capacidade técnica e empreendedora da equipe responsável pelo empreendimento; c) grau de inovação dos produtos, processos ou serviços a serem oferecidos; d) processo de produção não poluente; e) potencialidade de geração de emprego e renda na região onde está inserida a incubadora.

Vale lembrar que cada item desses 5 critérios para avaliação tem um peso específico e será aprovado pela comissão avaliadora o empreendimento que atingir no mínimo 60% da nota máxima.

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