População que não está imune ao sarampo deve procurar unidades de saúde para vacinação

Nádia Nicolau

A diretora geral de vigilância em Saúde, da SES (Secretaria Estadual de Saúde), Larissa Castilho, participou do programa Tribuna Livre, da Capital FM, nesta quarta-feira (04), e fez importantes esclarecimentos acerca do surto de sarampo que se deu principalmente no estado de São Paulo, e que tem colocado todos em alerta.

Segundo ela, dos 31 casos suspeitos em Mato Grosso do Sul, 27 foram descartados, estando quatro sob investigação. Isso desde o início do ano até agora.

Nas palavras da responsável pelo setor de vigilância em saúde, há sim uma preocupação, em especial com as regiões de fronteiras, com a Bolívia e o Paraguai, já que conforme as informações, o vírus que provoca sarampo entrou no Brasil pela Venezuela.

Sobre as vacinas, Larissa afirma “tem vacina, não está em falta”, ela destacou isso fazendo referência a onda de fake news (notícias falsas) de que a vacina contra o sarampo causa reações adversas e até mesmo a morte.

A diretora esclareceu que esta é sim uma doença grave, mas que existem informações desencontradas ou completamente inverídicas a respeito do vírus e da forma de cuidado. “A vacina é a única prevenção, e deve ser uma ação coletiva”, ressaltou Larissa Castilho.

Ainda de acordo com a vigilância em saúde, já foi feita a distribuição de vacinas em todo o Estado e que Mato Grosso do Sul recebeu recentemente, do Ministério da Saúde, mais de 20 mil doses para suprir a demanda.

Larissa recomenda que, para a população que não está imune ao sarampo, procurem as unidades de saúde, se possível com a carteira de vacinação. Ela ainda ressaltou que não haverá Campanha uma exclusiva, mas sim ações de rotina.

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