Pontaporanense que sofreu atentado em 2012 é assassinado em Mato Grosso

A Polícia Civil de Santo Antônio de Leverger (MT) investiga uma tentativa de roubo seguida de homicídio no bairro da Laje. Segundo informações do Boletim de Ocorrências, o pontaporanense Cristian Silgueiro Peralta, 34 anos, foi morto com cinco tiros disparados por dois homens que entraram em sua residência na noite de segunda-feira (12).

Foto: Internet
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O crime aconteceu por volta das 19h. A dupla armada invadiu a residência para cometer um assalto, Christian tentou correr para o quarto para chamar ajuda, mas foi baleado cinco vezes. Os disparos partiram de um revólver calibre 38. A Polícia trabalha com duas hipóteses, a primeira de tentativa de roubo e outra de execução, já que apenas Cristian foi morto.

Vizinhos ouviram os disparos e acionaram a Polícia Militar que chegou ao local no momento em que os dois bandidos iniciavam a fuga em uma moto. Após perseguição, a dupla entrou na mata trocando tiros com os policiais.

O cerco foi feito na região conhecida como Pequizeiro, na saída para Cuiabá. Os policiais trocaram tiros com os homens que estava na moto, porém um conseguiu fugir a pé e outro de moto não foi mais localizado.

Mediante a situação, a Polícia Rodoviária Estadual foi acionada e conseguiram prender no entroncamento da MT-040 com a Rodovia dos Imigrantes um dos criminosos que participou do crime. Edvaldo Campos estava dirigindo um veículo Ágile com um senhor, identificado como Silço, de refém. Ele estava bastante ferido com sinais de escoriações por todo o corpo e dois ferimentos causados a bala.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas Edvaldo não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Seu comparsa ainda não foi localizado pela Polícia Civil.

Sobrevivido a uma tentativa de homicídio:

Christian já tinha sofrido uma tentativa de homicídio na fronteira em 2012, Peralta estava a bordo de um veículo Toyota Corolla, cor prata, placas ETS 2009 de Ponta Porã, quando foram surpreendidos pelos atiradores que estavam em uma caminhoneta Toyota de cor preta portando placa provisória.

 

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