‘Política não é muito da mulher’, diz presidente nacional do PSL

VEJA/JP

Luciano Bivar, o presidente nacional do PSL (Foto: Valter Campanato/ABr/VEJA)

O fundador e presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, se declarou contrário à lei que estabelece uma cota mínima de candidaturas do sexo feminino para partidos em eleições. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada na edição deste domingo 10, ela afirmou: “[A política] não é muito da mulher. Eu não sou psicólogo, não. Mas eu sei isso”.

Na mesma entrevista, Bivar se defendeu sobre as acusações do jornal de que o partido, mesma sigla do presidente Jair Bolsonaro, utilizou uma “candidatura fantasma” nas eleições de 2018 para desviar 400 mil reais de recursos públicos em Pernambuco.

Denúncias recentes da mesma publicação apontaram quatro casos semelhantes em Minas Gerais, relacionado a desvios de verbas eleitorais para assessores do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que também nega o uso ilegal de dinheiro público e a utilização de “laranjas” na disputa por cargos eleitorais.

Uma das declarações que mais repercutiram da entrevista do presidente nacional do PSL esteve relaciona à regra que determina que os partidos devem inscrever no mínimo 30% de mulheres entre suas candidaturas.

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