Polícias de três Estados procuram suspeita de matar manicure

Treze dias após a morte de Jeniffer Nayara Guilherme de Morais, 22 anos, a principal suspeita de ter cometido o crime,Gabriela Antunes Santos, continua foragida. Hoje (28), segundo o titular da 2ª Delegacia de Polícia Civil e responsável pelas investigações, Alexandre Amaral Evangelista, disse que polícias da Bahia, Mato Grosso e Rio de Janeiro já foram alertadas,, além das delegacias da região de fronteira com Paraguai e Bolívia.

Gabriela, apontada como mentora da morte de Jeniffer, está foragida e teria agido por ciúmes do companheiro Foto Paulo Francis
Gabriela, apontada como mentora da morte de Jeniffer, está foragida e teria agido por ciúmes do companheiro Foto Paulo Francis

“Em Nova Andradina, ela tem uma tia, mas pode estar também em Ribas do Rio Pardo”, disse o delegado, informando que o inquérito está quase concluído. “Testemunhas estão sendo ouvidas, mas o principal é encontrar a Gabriela e encerrar o inquérito”, pontuou.

Ainda conforme Evangelista, a causa da morte da manicure foi fratura da coluna cervical “causada por ação contundente e ferimento por arma de fogo na região medular”, comentou.

Além da foragida, Emilly Karolainy Leite, de 19 anos, e uma adolescente de 16 anos são responsabilizadas pelo crime.

CASO

Jennfifer foi morta a tiros no dia 15 de janeiro e foi localizada na Cachoeira do Ceuzinho no dia 16.

A Polícia Civil apurou que o homicídio aconteceu porque Gabriela e Jennifer tinham uma briga há cerca de quatro anos. A manicure havia namorado o atual marido de Gabriela e isso ainda era motivo de ciúmes.

Conforme apurado no inquérito, primeiramente Gabriela foi até Jennifer, que estava na casa de uma cliente no bairro Vida Nova. O argumento utilizado para a vítima entrar no carro e sair do local era de que Gabriela queria resolver a briga que as duas tinham há quatro anos.

Foi até mencionado que as duas seguiriam para a casa de uma outra pessoa, que mora nas proximidades da avenida Euler de Azevedo, sentido a cachoeira Ceuzinho. Nessa residência, seria o local para haver a intermediação sobre a briga.

Emilly e a adolescente de 16 anos, que é sobrinha do marido de Gabriela, estavam no carro, junto com as duas outras mulheres.

Ao chegar no local do crime, Gabriela sacou uma arma e desceu do carro junto com a vítima, até a cachoeira, onde fez os disparos

Conforme a polícia, foi confirmado que a morte de Jeniffer foi provocada por fratura da coluna cervical e ferimento de arma de fogo na região mandibular.

O delegado Evangelista tem até o dia 19 de fevereiro para concluir o inquérito e acredita que conseguirá concluir o caso. Além disso, também acredita que até o encaminhamento ao Judiciário, Gabriela estará presa.

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