Polícia fecha casa de prostituição após denúncias de moradores

A Delegacia Especializada de Ordem Política e Social (Deops) fechou a casa de prostituição conhecida como “Mansão da Dani”, localizada no bairro Itanhangá, região nobre de Campo Grande. A ação foi na noite de ontem (7), a responsável conhecida como “Dani Gaúcha” de 29 anos, foi presa e um cliente com todas as garotas foram levados à delegacia.

A ação foi realizada na noite desta terça-feira no Itanhangá Park e resultou na prisão da responsável pelo estabelecimento

A denúncia chegou ao MP (Ministério Público) após vizinhos cansarem de terem suas residências confundidas com a ‘casa de massagem’. O caso havia sido denunciado horas antes da prisão, na manhã da terça-feira.

O valores cobrados pelos programa sexuais chegavam a R$ 200 por hora, e o atendimento fora da ‘mansão da Dani’ ainda tinha uma taxa extra de até R$ 100. Fotos das garotas seminuas eram disponibilizadas em sites e para quem se interessava pelo serviço em WhatsApp.

Na denúncia enviada ao MP, foram anexadas publicações da suposta responsável pelo local, com detalhes do espaço, que é uma luxuosa casa com piscina, suítes e banheiras de hidromassagem espalhadas em cerca de mil metros quadrados.

“Puro luxo e conforto”, local era anunciado pela proprietária nas redes sociais (Foto: Reprodução Internet)

Os moradores afirmam à Justiça que algumas garotas que trabalham no local seriam supostamente menores de idade e até estariam usando documentos falsos. “A exploração da prostituição, bem como seu favorecimento, são crimes”, diz trecho da denúncia feita ao MPMS.

Conforme explicou o delegado Paulo Sá da DEOPS, se prostituir não é crime, mas manter uma casa de prostituição é, com pena de dois a cinco anos de prisão, sem direito a fiança.

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