Polícia corre para identificar corpo carbonizado em veículo

A Polícia Civil de Três Lagoas aguarda os resultados do exame de DNA para confirmar de quem seria o corpo encontrado dentro de um veículo Tucson no sábado.

As investigações estão sendo conduzidas pelo delegado Gabriel Sales, com o apoio do Setor de Investigações Gerais (SIG).

Agente funerária entrou no carro para retirar fragmentos de osso para o exame de DNA e sepultamento. Foto: Ricardo Ojeda.

Segundo informações extraoficiais, a família de Jalde Antonio Alves Dias, de 63 anos, dono do carro, ainda não teria tido notícias do homem até a noite de ontem.

Uma fonte próxima à família informou que “eles estão aguardando os exames de DNA” para confirmar ser de Jalde o corpo encontrado na Tucson.

ESPECULAÇÕES
Devido às condições em que o corpo foi encontrado é impossível afirmar, sem o exame cadavérico, o que teria causado a morte da pessoa. Especulações chegaram à redação afirmando que ele teria uma marca de projétil na cabeça. Entretanto, o cadáver retirado da Tucson estava, literalmente, desfeito, o que torna impossível qualquer afirmação sobre a causa da morte.

Além disso, segundo conhecidos de Jalde, ele teria um afundamento de crânio, causado 15 anos atrás, quando a casa dele foi invadida e ele teria sigo agredido por assaltantes.

Questionado sobre as chances de identificação do corpo, mediante o estado em que se encontrava a ossada carbonizada, o delegado dr. Messias Pires dos Santos Filho afirmou que é “difícil, mas não impossível. “A partir do momento que temos um pedaço de osso conseguimos extrair o DNA”, afirmou.

O dono do carro e, até agora, principal suspeito de ser a vítima encontrada na Tucson, Jalde já tinha sofrido uma tentativa de latrocínio em 2014 e teria sido preso, anos atrás, após atirar em uma mulher.

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