Polícia consegue ‘retrato falado’ e pede ajuda para pegar possível autor de assassinato há dois anos

Lúcio Borges

Imagem divulgação PC-MS

A PC-MS (Polícia Civil em MS), por meio da 4ª DP (Delegacia de Polícia), nas Moreninhas, divulgou nesta segunda-feira (16), a confecção de um ‘retrato falado’ de um possível autor de assassinato, ocorrido há quase dois anos em Campo Grande. Com a imagem, a polícia agora, também pede ajuda da população para denuncias de suspeitos e sua localização, para pegar possivelmente o assassino da então vitima Bruno da Silva Carvalho, que tinha 27 anos.

A 4ª DP, apura um homicídio doloso ocorrido em 15 de agosto de 2016, que vitimou o jovem, que foi atingido por dois disparos de arma de fogo, não resistindo e indo a óbito no próprio local. Conforme as apurações da polícia, testemunhas deram alguns detalhes do crime e as possíveis descrições, que se chegou a imagem do homem, já um senhor de idade.

“Testemunhas informaram que o autor seria um homem de cabelos e bigode grisalhos, fazendo uso de óculos de grau. Como ainda, elas falaram que apesar da vitima implorar pela própria vida e dizer que não fora ele, referindo-se, possivelmente, a um roubo que o autor sofrera na região, mas ele não poupou e matou Bruno”, aponta depoimentos a PC-MS, mencionados pela delegada titular, Célia Maria Bezerra da Silva.

Conforme a delegada, as apurações desde então da 4ª DP, tem as testemunhas apontando que o homem, sendo o possível autor, conduzia um veiculo Fiat Uno Vivace quatro portas de cor branca, que parou ao lado da vítima e efetuou os disparos.

Pressão da polícia, se chegou ao retrato

De acordo com PC-MS, somente após diversas diligências no local, uma pessoa concordou em fornecer elementos para o retrato falado do autor, que agora é divulgado para que, se alguém o conhecer, possa informar à 4ª DP, que irá em busca dele para ser formalmente indiciado.

“A denúncia poderá ser feita pelos telefones 3398-2500 e 3398-2507, garantindo-se o sigilo absoluto da fonte. A Polícia Civil solicita colaboração nesse sentido, para que esse crime não reste impune. Qualquer informação avisar a Polícia Civil nos telefones citados”, pede a delegado Celia, que lembra que “Justiça não se faz com as próprias mãos.”

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