Polícia ainda não tem pistas sobre corpo carbonizado encontrado na região do Inferninho

A Polícia Civil da Capital trabalha com a tese inicial de que uma mulher ainda não identificada — que teve o corpo seminu parcialmente carbonizado encontrado no trecho em construção do macro-anel de Campo Grande próximo à saída para Rochedo, na região do Inferninho, no fim da tarde desta terça-feira (25) — tenha sido morta por golpes na cabeça.

O corpo foi encontrado por proprietários rurais que passavam por volta das 17h, pela estrada que dá acesso às cachoeiras do córrego Ceroula, na região conhecida como Inferninho, que acionaram à Polícia Militar.

Depois da perícia inicial no local pela Polícia Civil, o corpo da mulher de aproximadamente 30 anos e cabelos escuros, foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) da Capital. A investigação está a cargo da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), que ainda não tem informações sobre o desaparecimento de nenhuma mulher com as características da vítima.

O local, conhecido por belas cachoeiras formadas pela bacia do córrego Ceroula, acabou estigmatizado há décadas como “Inferninho” devido aos casos comuns de cadáveres desovados na região que, antigamente, era de difícil acesso. Foto: Arquivo

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