PMDB adianta que não terá candidato a prefeito e nem fará aliança

Em reunião ocorrida nesta segunda-feira (25), a cúpula do PMDB decidiu marcar para o próximo dia 3 de agosto a sua convenção para homologação de candidaturas e eventual coligação, mas adiantou que não disputará a prefeitura de Campo Grande este ano.

PMDB fica fora da disputa (Foto: Principais lideranças do PMDB em imagem de arquivo )
PMDB fica fora da disputa (Foto: Principais lideranças do PMDB em imagem de arquivo )

Fragmentado devido ao envolvimento de lideranças do partido na Operação Lama Asfáltica que investiga desvio milionário de dinheiro público em Mato Grosso do Sul, o partido do ex-governador André Puccinelli resolveu lançar apenas candidatos à Câmara de Vereadores.

Após o recuo do ex-governador, que desistiu de candidatar-se à sucessão do prefeito Alcides Bernal (PP), ninguém no partido quis arriscar entrando na disputa pelo cargo, apesar do convite feito aos senadores Waldemir Moka e Simone Tebet e ao deputado federal Carlos Marun.

Percebendo o risco que iriam correr nas eleições de outubro, todos rejeitaram a ideia, forçando a cúpula do partido a não lançar nenhum nome do próximo pleito.

Nem mesmo o deputado estadual Márcio Fernandes, considerado do baixo clero, se movimentou agora como havia se manifestado anteriormente quando trocou o nanico PTdoB pelo PMDB.

A decisão enterra a possibilidade de apoio ao PSDB ou PSD, que têm como pré-candidatos a vice-governadora Rose Modesto e o deputado estadual Marquinho Trad, respectivamente. Ambos contavam com o peso eleitoral do PMDB em suas coligações.

Porém, de acordo com o presidente municipal da sigla, Ulisses Rocha., trata-se de consenso interno que o melhor caminho para o partido é alcançar representatividade na Câmara, por isso, seguirá para convenção, no dia 5 de agosto, unido em torno do plano de concorrer nas urnas com chapa pura proporcional, sem candidato a prefeito.

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