PM mata mais dois hoje e frusta parte de assalto com refém na Piratininga

A PM-MS (Polícia Militar) em Campo Grande usou de força novamente e matou o sexto assaltante na Capital, em dois dias seguidos. O novo caso ocorreu na madrugada desta terça-feira (31), no bairro Piratininga, região sul. A PM conseguiu pegar dois criminosos em dito confronto com troca de tiros, após os mesmo assaltarem uma residencia e retirarem o morador, o ‘arrancando’ da cama. Os assaltantes estavam em três, onde dois deles acabaram mortos, como outros quatro que tentaram assaltar ontem a agência dos Correios na região central. Os dois mortos estavam sem documentos e ainda não foram identificados. Duas armas encontradas com os bandidos foram apreendidas.

Hoje, houve uma vitima, um mecânico de 52 anos, que vamos preservar o nome, que à principio foi mantido refém no começo da madrugada de hoje, e, depois seria ainda levado pelos assaltantes, que procuravam uma grande quantia em dinheiro, mencionado por eles em R$ 10 mil.

De acordo com a vítima, a ação criminosa deve ter durado cerca de cinco minutos, e, acredita que por sorte, policiais passavam pela rua e perceberam algo erro. A sequência do roubo foi frustrado e dois ladrões acabaram mortos. Mas, ainda de acordo com o morador, o terceiro integrante do grupo fugiu pulando muro e levando R$ 800, corrente e aliança de ouro. Na casa havia, além do Astra, dois caminhões, mas que estavam com problemas mecânicos.

O mecânico morador, contou que dormia no momento em que teve a casa invadida, não ouvindo/vendo a porta seri arrombada. “Não escutei, eles que me acordado, que me puxaram da cama e me amarraram com fios do ferro de passar roupas. Eles diziam que eu tinha R$ 10 mil e queriam, mas eu nunca tive essa quantia em casa, não tenho esse dinheiro. Assim, iam saindo para levar meu carro”, comentou a vitima.

Capitão Rigoberto Rocha

Mortos em ação dos crimes

O Batalhão de Choque passou pela rua, nos minutos do assalto, onde o mecânico sairia da casa, mas ao ver a viatura com policiais, retornou correndo e bateu forte o portão. A atitude chamou atenção dos militares que entraram na casa e ouviram: “a polícia está aí”. Em seguida, um dos criminosos pulou muro para o lado de casa vizinha e logo surgiram disparos de dois criminosos que estavam dentro da casa. Os tiros foram revidados e os dois acabaram baleados e morreram na Santa Casa. “Só escutei os tiros. Foi pavoroso”, citou o mecânico.

O comandante do Choque, o capitão Rigoberto Rocha, avaliou que os confrontos de ontem e de hoje, foram inevitáveis, seguidos das mortes, dentro da ação policial. Ele aponta que as ações vem ante a atuação, atenção e frustração de crimes devido ao número de presença de policiais nas ruas.

“Havendo mais policiais nas ruas, as chances de se deparar com algo ilícito é maior e isto é que estamos perseguindo e alcançando. É o que vem acontecendo, com a PM descobrindo e frustando o fim desses crimes. Operamos dentro do uso progressivo da força. Nosso objetivo é preservar vidas e encaminhar o preso para que seja condenado pelo o crime que cometeu. Mas, estamos preparados para respostas mais agressivas”, declarou comandante.

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