“Tapinha na bunda de filho”, diz Bolsonaro sobre mortes na ditadura militar

Lúcio Borges

Foto: divulgação rede social da Rádio Super Noticias

O sempre ou que se faz polêmico, deputado federal Jair Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República, disparou mais uma de suas ‘opiniões’ controversas nesta sexta-feira (11), em comentário em uma entrevista de rádio. Ele microminizou, comparando como “tapinha na bunda de filho”, a questão do fato revelado em documento da CIA (Serviço Segredo dos EUA), sobre as denúncias de assassinato de políticos opositores pelo então presidente Ernesto Geisel na ditadura militar.

O tapa na bunda de criança foi a maior fala do presidenciável, acompanhada ainda de uma menção que era um erro comum de todos. “Até na tua casa, com todo respeito, de vez em quando você erra. Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho e depois se arrependeu? Acontece”, afirmou Bolsonaro ao ser questionado sobre a divulgação ou descoberta no Brasil do relatório da CIA que documentou que o general Ernesto Geisel mandava diretamente executar opositores durante  o seu período a frente da ditadura militar.

Bolsonaro ainda afirma que não acredita no relatório da CIA e ou que deve ser comprovado. Ele disse que “é um memorando de um agente não divulgado, e até questiono a veracidade desse chamado relatório”.

O pré-candidato em entrevista à Rádio Super Notícia é categórico ao afirmar ou finalizar o tema. “É um memorando de um agente da CIA sem nome, que ninguém viu e diz que executamos 104. Aí não vale, aí não vale, vamos tratar com seriedade isso”, afirmou a radio.

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