Paulistas dominam vendas ao exterior, mas Grêmio é quem mais lucra

Gazeta Esportiva.com

O meio-campista Arthur foi a principal venda do futebol brasileiro nesta janela (Foto: Divulgação/CBF)
Para alegria do torcedor brasileiro, a janela de transferências para o exterior fechou às 23h59 da sexta-feira. No entanto, nos exatos 60 dias em que esteve aberta, deu prejuízo para os treinadores, principalmente para os paulistas. Ao todo, foram mais de 270 negociações e R$ 850 milhões movimentados no período.
Palmeiras foi o time da primeira divisão que mais vendeu atletas. O lateral João Pedro (Porto), os atacantes Fernando (Shakhtar Donetsk), Keno (Pyramids) e Róger Guedes (Shandong Luneng) e o meio-campista Tchê Tchê (Dínamo de Kiev) movimentaram R$ 140 milhões e renderam aos cofres palmeirenses mais de R$ 100 milhões, sendo assim o time paulista que mais lucrou na janela.

 

Com as negociações de Cueva (Krasnodar), Petros (Al Nassr), Marquinhos Cipriano (Shakhtar Donetsk) e Éder Militão (Porto), o São Paulo aliviou o caixa ao receber cerca de R$ 80 milhões. O rival Corinthians, por sua vez, se igualou na quantidade de baixas, mas teve um ganho menor. As vendas de Maycon (Shakhtar Donetsk), Balbuena (West Ham), Rodriguinho (Pyramids) e a quantia recebida na transação de Sidcley (Dínamo de Kiev), somaram aos cofres corintianos R$ 65 milhões.

No entanto, o trio da capital paulista não superou os R$ 170 milhões embolsados pelo Grêmio com as negociações de Bolaños (Tijuana), Jailson (Fenerbahce) e Arthur (Barcelona). O último, inclusive, foi a principal venda do futebol brasileiro e gerou sozinho R$ 140 milhões ao Imortal, além de mais R$ 40 milhões caso atinja metas desempenho no clube catalão.

Outro time a aproveitar bem o período de abertura do mercado foi o Atlético-PR. O Furacão negociou Sidcley (Dínamo de Kiev), Marcos Guilherme (Al Wehda), Carleto (Ittihad FC) e Ribamar (Pyramids), levando mais de R$ 60 milhões. Os primeiros, aliás, estavam emprestados a Corinthians e São Paulo, respectivamente.

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