Pai e filho negociavam a venda de um fuzil pelo WhatsApp

pós investigações de roubos ocorridos em Campo Grande, a Polícia Civil descobriu pai e filho suspeitos de integrar uma facção criminosa e “alugar” armas para assaltantes. O delegado Reginaldo Salomão, da Derf (Delegacia Especializada de Repressão à Roubos e Furtos), disse nesta sexta-feira (6), que a dupla negociava recentemente a venda de um fuzil.

Arma apreendida com pai e filho no bairro Moreninhas (Foto: Divulgação )
Arma apreendida com pai e filho no bairro Moreninhas (Foto: Divulgação )

“Nós estávamos apurando crimes de roubo há um mês e aprofundamos as investigações com um mandado de busca e apreensão no bairro Moreninhas. Na residência, apreendemos um pistola calibre 9 milímetros, três veículos, além de cocaína, pasta base e um celular com inúmeras trocas de mensagens que comprovavam a negociação de armas”, afirmou o delegado, segundo o portal G1.

Com o dinheiro, conforme Salomão, os suspeitos “impulsionavam o tráfico de drogas”. “Eles afirmavam que sobrevivem da locação de alguns imóveis, além de outras construções. No entanto, apreendemos extratos bancários que apontam uma movimentação de R$ 50 mil. O dinheiro provavelmente é do tráfico e do aluguel das armas, porém tudo será comprovado com o andamento do inquérito policial”, ressaltou o delegado.

Ainda de acordo com a polícia, o suspeito de 44 anos tem antecedente por homicídio. Já o filho, que tem a mesma passagem criminal, tem 26 anos e saiu há 30 dias da cadeia. “O mais jovem estava em liberdade condicional e agora volta para a cadeia para responder pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. O aparelho telefônico deles foi encaminhado para a perícia e poderemos assim confirmar as negociações ilegais”, finalizou o delegado

 

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