Novo Fox será o primeiro feito no Brasil com o CarPlay

A Volkswagen anunciou na última quarta-feira (3) que a próxima versão do Fox (modelo 2016) terá compatibilidade com as plataformas de ‘carro conectado’ CarPlay, da Apple, eAndroid Auto, do Google. O sistema custa a partir de R$ 2.150.

Foto Divulgação
Foto Divulgação

Será o primeiro carro feito no Brasil com suporte ao CarPlay e, provavelmente, também o que estreará o Android Auto, que ainda não pode ser usado no país, diferentemente do primeiro ­já disponível em alguns modelos importados.

Por meio de um terceiro padrão, chamado Mirrorlink (mantido por um consórcio de montadoras e empresas de tecnologia), o automóvel será compatível com o Android quando de seu lançamento.

As primeiras unidades do Fox 2016 começarão a chegar nas próximas semanas às concessionárias, segundo a empresa.

‘A ideia é permitir que o cliente use seu smartphone enquanto dirige, seja ele de qual marca for, sem correr riscos’, diz Marcus Sousa, engenheiro de produto da Volkswagen. O Mirrorlinktambém funciona com alguns modelos de celular da Microsoft ­os primórdios dessa tecnologia estão ligados à Nokia, hoje parte da empresa criadora do Windows.

As tecnologias permitem que o motorista use o painel do carro como uma extensão do seusmartphone, com o qual o sistema se conecta por um cabo USB.

Os apps têm de ser adaptados para evitar distrair o usuário e facilitar o uso e a visibilidade Há, por exemplo, ícones maiores e mais comandos de voz. Chamadas telefônicas, mensagens e navegação por GPS também são integrados.

A versão básica do sistema, intitulada Composition Media, é a com preço de R$ 2.150. A versãoDiscover Media, que tem mapas integrados e duas entradas para cartão SD (em vez de uma), sai por R$ 2.900. Ambos tem tela sensível ao toque de 6,3 polegadas.

O modelo mais barato do Fox (Trendline) é incompatível com ambos sistemas ­todos os demais os suportam. A versão de menor preço que pode receber o sistema, chamada Comfortline, custa R$ 45.490.

‘Para o desenvolvimento, usamos a mesma plataforma do nosso grupo na Alemanha. Foi bem esportivo, já que os sistemas foram lançados recentemente’, diz Sousa. ‘Tivemos de ampliar a capacidade de memória do rádio, entrar com os três protocolos, testar e implementar em pouquíssimo tempo.’

Folha.com

Comentários

comentários