Nove dias após ser acordado por federais, André descarta prefeitura, mas não governo

Participando em Dourados da posse da nova Comissão Executiva do PMDB, o ex-governador André Puccinelli descartou disputar a prefeitura de Campo Grande nas eleições de outubro próximo e também não se mostrou empolgado pelo Senado Federal em 2018.

André Puccinelli esteve em Dourados na noite desta quinta-feira - Foto: Adriano Moretto
André Puccinelli esteve em Dourados na noite desta quinta-feira – Foto: Adriano Moretto

Em breve conversa com repórteres próximo ao palco montado no anfiteatro da Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados), só acenou positivo quando questionado pela possibilidade de voltar a comandar o Estado, a qual foi governador por duas vezes.

“Vocês não acreditam quando eu falo. Disse que não disputaria o senado, não fui, disse e não vou ser candidato a prefeito e não serei. Agora, se eu não estiver gagá, se não tiver um derrame e se eu não for dar murro em ponta de faca, ou seja, se esse camarada for bem [Reinaldo Azambuja (PSDB)], ele que continue cuidando do Estado, caso contrário, o povo vem me buscar”, disse, para depois brincar: “ou não, mas tem que ser em 2018, porque depois estarei muito velhinho”, contou.

André chegou ao local com pelo menos uma hora de atraso e acompanhado do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul Júnior Mochi, presidente estadual do PMDB e também foi questionado sobre a ação desencadeada pela Polícia Federal através da Operação Lama Asfáltica, no dia 10 de maio, Puccinelli desconversou.

“Não, isso não tem nada. Não quero falar desse assunto”, disse rapidamente.

Na semana passada, o ex-governador foi “acordado” por policiais federais que fizeram uma batida na sua casa. Ele teve o aparelho de telefone celular apreendido e foi convidado a comparecer na Superintendência da Polícia Federal, na Capital. (Com Informações Dourados News)

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