No PP, Gerson Claro diz que diretório provisório quer buscar participação para próximas eleições

Nádia Nicolau

“O PP encontra-se sem diretório estadual. Há conversas que devem garantir um provisório para buscar participação nas eleições do ano que vem e em 2022”, disse o deputado estadual Gerson Claro (PP) a respeito da situação do seu partido na corrida pela disputa nas próximas eleições em Mato Grosso do Sul.

Em entrevista ao Tribuna Livre, nesta segunda-feira (9), o parlamentar também declarou que o diretório nacional do Partido Progressista – que é constituído pela 3ª maior bancada no Congresso – nas palavras de Claro, fez convite à deputada federal por MS, Rose Modesto, além de outros nomes que ocupam, essencialmente, função pública na esfera federal.

Mandato na ALMS

Uma das propostas de Gerson Claro apresentadas à Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul propõe a regularização de propriedade urbanas e rurais. Conforme o deputado, isso envolve “questão legal séria e precisa ser resolvida”.

Claro explicou que o problema hoje é que o orçamento está estrangulado, mas que o contatos com a Brasília, na figura dos parlamentares que representam MS ocorrem, a fim de se conseguir emendas carimbadas.

Ele acrescentou, também, que diante do “problema orçamentário” e da dificuldade de liberação de recursos do Governo Federal, o dinheiro vem de fundos. Porém, “a demanda é maior do que a capacidade orçamentária”, disse o deputado.

Percorrer regiões do Estado para ficar por dentro do que se passa, é uma das tarefas de um deputado estadual. Ainda durante a entrevista, o parlamentar destacou que recentemente esteve no município de Sidrolândia e iniciou articulações para a possibilidade de diminuição do valor do gás. Já em Aparecida do Taboado o objetivo, conforme o deputado, é “trabalhar forte na geração de empregos”.

Passagem pelo Detran/MS  

O atual deputado Gerson Claro já exerceu a presidência do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran/MS). Ele disse que houve avanço, desde 2011, em projetos para diminuir o índice de mortes no trânsito, mas que ainda há o que se fazer.

Sobre decisão do presidente da República, Jair Bolsonaro, comunicada no início de agosto, que suspende o uso de radares móveis em rodovias federais, Gerson Claro opinou que “não faço crítica pela crítica, não sou favorável à retirada dos radares fixos nos lugares que têm possibilidades de acidentes”.

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