Neto do ex-presidente Lula morre de meningite aos 7 anos

VEJA/JP

O ex presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva participa de ato pela Democracia e pelo Direito de Lula ser Candidato, no Teatro Oi Casa Grande no Rio de Janeiro (RJ) – 17/01/2018 (Ricardo Moraes/Reuters)

O neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Arthur, de 7 anos, morreu nesta sexta-feira, 1º, vítima de uma meningite. Ele havia sido internado pela manhã no hospital Bartira, em Santo André. Arthur é filho de Marlene Araújo e Sandro Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente e de Marisa Letícia.

“O Hospital Bartira informa que o paciente Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, veio a óbito às 12h11, devido ao agravamento do quadro infeccioso de meningite meningocócica. O paciente havia dado entrada às 7h20 desta manhã com quadro instável”, diz nota do hospital.

A defesa do ex-presidente pediu para que a Justiça autorize a saída dele para o enterro do neto. O pedido foi feito para a 12ª Vara Criminal Federal de Curitiba, responsável pela execução penal do ex-presidente.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann se manifestou pelo Twitter. “Força presidente, estamos do teu lado, sinta nosso abraço e solidariedade. Faremos de tudo pra q vc possa vê-lo. Força a família, aos pais Sandro e Marlene. Dia muito triste”.

Há cerca de um mês, no dia 29 de janeiro, um irmão de Lula, Vavá, morreu em decorrência de um câncer. Como está preso em Curitiba, na superintendência da Polícia Federal, o petista foi impedido pela própria PF e pela Justiça Federal de comparecer ao velório, que ocorreu em São Bernardo do Campo no dia 30.

A defesa de Lula recorreu ao Supremo Tribunal Federal, mas a autorização só foi dada momentos antes do sepultamento. O ministro Dias Toffoli permitiu que o ex-presidente visitasse seus familiares em uma unidade militar na região, para onde o corpo deveria ser levado, a critério da família.

A Lei de Execuções Penais prevê que os condenados poderão obter permissão para sair do estabelecimento onde estão presos, sob escolta, em razão de “falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão”. O pedido deve ser encaminhado ao diretor do estabelecimento onde se encontra preso.

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