Nelsinho Trad toca pré-campanha ao Senado

Da Redação/JN

O ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PTB), continua percorrendo o interior de Mato Grosso do Sul alegando estar reestruturando o partido em vários municípios do Estado mesmo diante do pedido de condenação feita pelo MPF (Ministério Público Federal) por suposta fraudes em licitações públicas.

Nelsinho percorre o Estado em busca de apoio (Foto: Divulgação )

Pré-candidato ao Senado, o presidente regional petebista se articula na tentativa de garantir uma das vagas nas eleições de 2018.

Se conseguir emplacar sua candidatura ao Senado, Nelsinho terá de enfrentar candidatos em potencial como o senador Waldemir Moka (PMDB), que busca à reeleição, o ex-prefeito de Dourados, Murilo Zauith (PSB), e o ex-governador Zeca do PT, com quem também costura uma dobradinha, já que ano que vem estarão em disputas duas vagas para o cargo.

De acordo com o comando da legenda, Nelsinho passou por 14 municípios nos últimos dias.

O propósito da viagem, segundo ele, é fortalecer o partido no interior do Estado, visitar vereadores e lideranças petebistas, além de montar as Comissões Executivas Municipais, Nelsinho também pretende atrair novos filiados para o PTB.

No último dia 6, Nelsinho começou o trajeto por Porto Murtinho, Caracol, Bela Vista, Antônio João encerrando o dia em Ponta Porã. No dia seguinte, 07/07, ele visitou Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Amambaí, Tacuru, Iguatemi, Japorã, Eldorado e Mundo Novo.

No dia seguinte, encerrou o “corpo a corpo” em Itaquiraí. “Estamos dispostos a percorrer todos os municípios de Mato Grosso do Sul, nosso objetivo é fortalecer a sigla e deixar a história do PTB nas 79 cidades”, disse ele, por meio de sua assessoria.

CONDENAÇÃO 

As ilegalidades, acontecidas na gestão do ex-prefeito, teriam causado prejuízo de R$ 2.354.147,78 aos cofres públicos, segundo o portal I9, baseado no Processo 0000983-94.2015.4.03.6000/Sentença/Despacho/Decisão/Ato Ordinatório.

Além do ressarcimento integral do prejuízo, o MPF pede que seja determinado o pagamento de multa por danos morais coletivos, no mínimo igual ao prejuízo causado.

As ações ajuizadas, com base em relatórios da CGU (Controladoria-Geral da União), buscam a responsabilização dos envolvidos pelo direcionamento de licitações e superfaturamento de produtos.

As verbas irregularmente aplicadas são oriundas de convênios entre o município e o governo federal.

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