Mulher diz que estuprou sobrinha de 2 anos por ‘achar ela bonita’

Na manhã desta segunda feira (14), através de trabalho conjunto da Polícia Militar, Polícia Civil e Núcleo de Perícias de Nova Andradina, foi elucidado um caso de estupro de vulnerável ocorrido na cidade. A princípio, policiais militares foram acionados a comparecer no Hospital Regional (HR) Francisco Dantas Maniçoba, pelo pai da vítima, uma criança de apenas dois anos. O homem relatava que sua filha teria sido abusada.

A Polícia Militar foi acionada para ir até o hospital (Foto: Jornal da Nova)
A Polícia Militar foi acionada para ir até o hospital (Foto: Jornal da Nova)

Familiares da garota foram conduzidos até a Delegacia de Polícia Civil, enquanto agentes da Seção de Investigações Gerais (SIG) compareceram no HR, uma vez que lá estava a madrasta da criança. Em conversa com ela, os investigadores obtiveram mais informações a cerca do ocorrido, indo até a residência onde o fato teria acontecido. Com autorização da mulher, os policiais entraram no local.

Na casa, os agentes localizaram uma toalha com vestígios de sangue, supostamente da vítima, além de uma gota de sangue no chão. Diante dos fatos, os peritos criminais foram acionados e estiveram no local a fim de efetuar o levantamento da cena do possível crime, sendo que, a coleta dos dados constituiu peça chave para o auxílio da conclusão das investigações.

Alguns familiares da vítima foram entrevistados ainda no local pela SIG e também acabaram conduzidos à Delegacia de Polícia a fim de serem inquiridos, uma vez que, a suposta autora, que seria tia da vítima, estava chorando compulsivamente, demonstrando certo arrependimento. Já na unidade policial, a acusada foi confrontada com todos os indícios obtidos pelos investigadores e confessou o ato.

A mulher narrou com riqueza de detalhes como tudo teria acontecido. Ela relatou que estava dando banho na criança e, por achá-la bonita, passou a abusar sexualmente da garotinha. Os policiais ainda mantiveram contato com o médico legista, que examinou a vítima e ele informou sobre outras lesões encontradas no corpo da criança, até então desconhecidas pela polícia.

A acusada foi novamente questionada, confessando a violência de seus atos, alegando que todo o abuso foi cometido com muita brutalidade. O interrogatório da mulher foi acompanhado por uma testemunha, uma vez que, embora ela tivesse pleno conhecimento do que havia feito, apresentava sintomas de possíveis problemas psicológicos. Segundo a polícia, a acusada foi autuada em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável.

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