MS aumenta taxa de detecção de HIV e Aids e reforça combate à doença

Da Redação

A taxa de detecção de aids em Mato Grosso do Sul aumentou 28% no período de 2007 a 2017, por conta da política de acesso universal à testagem com a distribuição de testes rápidos de HIV para todos os municípios. De acordo com o boletim epidemiológico nacional, o Estado tem a 7ª maior taxa de detecção de casos do Brasil.

Desde o surgimento do primeiro caso de aids, o programa estadual de IST/Aids foi sendo estruturado com diferentes configurações, mas sempre com o objetivo de promover a prevenção, tratamento e vigilância epidemiológica dos casos em todo o território estadual.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) distribui ainda diversos insumos de prevenção (preservativos femininos, masculinos e gel lubrificante), e os testes rápidos, feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), são distribuídos para todos os municípios de Mato Grosso do Sul. Dos 297 casos diagnosticados e notificados em 2018, 204 são homens, representando 68,68%. Dos novos casos 52% são heterossexuais e 18% são homossexuais.

De acordo com a SES, em Mato Grosso do Sul existem 8.511 pessoas vivendo com HIV/Aids, sendo 2.986 com HIV positivo e 5.525 casos de aids. Em 2018 foram detectados 297 casos de aids e 705 de HIV.

Dezembro Vermelho

O dia 1º de dezembro se tornou o Dia Mundial de Luta Contra a aids após decisão da Assembleia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas.

São três décadas de combate à doença e a data tem o objetivo de reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. Com o passar do tempo e o crescimento do número de casos, foi instituída como uma oportunidade de se trabalhar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento do HIV/Aids com a população.

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