Morto em ataque de Istambul viajou para convencer o filho a deixar o Estado Islâmico

Um médico militar da Tunísia morto no ataque desta terça-feira no aeroporto de Istambul tinha viajado ao país para tentar convencer seu filho a deixar o grupo terrorista Estado Islâmico na Síria.

Fathi Bayoudh viajava para tentar convencer o filho a deixar o Estado Islâmico Foto: Reprodução do Facebook
Fathi Bayoudh viajava para tentar convencer o filho a deixar o Estado Islâmico Foto: Reprodução do Facebook

O general Fathi Bayoudh é uma das 41 pessoas vítimas do atentado realizado por tês prováveis militantes do EI, que abriram fogo e se explodiram no Aeroporto de Ataturk, em Istambul. As informações são do jornal “Daily Mail”.

O Ministério da Defesa da Tunísia confirmou que o general Bayoudh trabalhava em um hospital militar. Uma fonte de segurança disse que “Bayoudh viajou para a Turquia para encontrar seu filho, que se juntou Estado Islâmico na Síria há alguns meses com a namorada”.

A fonte explicou que o filho já tinha sido detido por tropas turcas na fronteira com a Síria. Ainda segundo essas fontes, o filho de Bayoudh viajou com a namorada, que estudou com ele na Faculdade de Medicina, há alguns meses, e o pai estava tentando fazê-lo voltar.

Segundo a reportagem do “Daily Mail”, funcionários do governo estimam que mais de 3.500 tunisianos deixaram o páis para lutar pelo Estado islâmico e outros grupos terroristas na Síria, Iraque e Líbia. (EXTRA)

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