Moradores do Parati comemoram recapeamento mas reclamam de terreno abandonado

Recapeamento foi iniciado na Rua da Divisão. (Foto Paulo Francis)
Recapeamento foi iniciado na Rua da Divisão. (Foto Paulo Francis)

Moradores da região da Rua da Divisão e do entorno do Residencial Village Parati, em Campo Grande, tiveram motivo para ficarem mais alegres nesta terça-feira(12), pois após tanto reivindicarem a prefeitura iniciou a obras de recapeamento do asfalto na via.

O Sub-Sindico do Condomínio, Luiz Lima, de 36 anos, foi quem entrou em contato com a equipe do Página Brazil e relatou toda a ação, se mostrando muito satisfeito. As obras ainda não estão totalmente concluídas, mas para Luiz só o fato de ter iniciado já é um grande avanço.

Moradores aguardam que obra seja concluída na região. (Foto: Paulo Francis)
Moradores aguardam que obra seja concluída na região. (Foto: Paulo Francis)

“Ainda bem que eles começaram logo essas obras, pois aqui quando chove piora muito, aparece um monte de buraco na rua e por isso sempre acontece acidentes nesta região”, conta.

Preocupado com a epidemia de proliferação do mosquito Aedes Aegypti, pela transmissão do vírus da Dengue, Chikungunya e Zika Vírus, Luiz aproveitou a oportunidade para denunciar o descaso de um terreno particular localizado ao lado do residencial, no qual não é feito nenhum tipo de manutenção a muito tempo.

Ele explicou que em conjunto com o sindico do condomínio fizeram diversos oficios com pedido de limpeza que foram entregues na prefeitura e Seintra, porem nada foi feito.

“ Eu moro a 3 anos nesse condomínio e nunca vi uma limpeza nesse terreno, e o pior que nem sabemos quem é o proprietário. Como vocês podem ver aqui o mato esta muito alto, tem lixo, animais peçonhentos, sem falar no risco de pegarmos doenças que nós sofremos”, desabafa.

Luiz e Marcos denunciam descaso no Parati. (Foto: Paulo Francis)
Luiz e Manoel denunciam descaso no Parati. (Foto: Paulo Francis)

Manoel Barros, de 26 anos, que é proprietário de uma borracharia em frente ao terreno baldio e morador do condomínio, contou que por diversas vezes ele mesmo colocou uma bota de borracha e entrou no mato para destruir possíveis criadouros de mosquito.

“Aqui de fora a gente só vê o mato, mas quando se entra lá para o fundo que da pra ver a quantidade de lixo que esta escondida. Já encontrei muitos recipientes com água e larvas, como em maquina de lavar, caixas de isopor, garrafas pet, eu as destruo mas não adianta muito porque depois o pessoal joga lixo tudo de novo. Queremos que alguém tome uma providencia urgente, antes que aconteça algo pior conosco e nossa família”, finaliza.

Paulo Francis

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