Monteiro explica sobre aumento da cobrança do combustível e faz previsões para 2016

Marcio Monteiro, Secretário de Fazenda de MS. (Foto: Paulo Francis)
Marcio Monteiro, Secretário de Fazenda de MS. (Foto: Paulo Francis)

O Secretário de Fazenda de Mato Grosso do Sul, Marcio Monteiro, esteve na tarde de ontem (18), no estúdio da Página Brazil para esclarecer a população que, ao contrario do que vinha sendo divulgado por parte da imprensa, o mesmo não teve responsabilidade alguma sobre o aumento no preço dos combustíveis.

Com relação ao aumento da pauta do combustível, em especial do Diesel, Marcio Monteiro afirma que cabe ao Estado cobrar o imposto sobre o valor do combustível que é vendido na bomba.

“Por exemplo, se o consumidor paga R$ 3,80 ou R$ 4,10 por 1 litro do combustível, é sobre esse valor que o estado cobra esse imposto. Nós fazemos uma pesquisa de preço a cada 15 ou 30 dias, para verificar se esse preço esta correspondente ao valor do imposto que esta sendo pago, e se é correspondente ao valor que esta sendo passado ao consumidor”, explica.

O secretário destaca que quando há uma divergência nos valores, ou seja, quando o revendedor está vendendo mais caro do que aquele valor que ele paga de imposto, o Estado tem por obrigação atualizar este valor.

“O Estado sempre busca atualizar o preço, uma vez que quando os postos aumentam o preço do combutivel cabe a nós atualizar para que ele seja um imposto justo, para que algumas pessoas nao pague mais ou menos que outras pessoas”, afirma.

Marcio Monteiro aproveitou a ocasião para fazer um breve balanço sobre do primeiro ano de governo. O parlamentar alega que o país como uma todo vive um momento politico e economico muito dificil, de modo que esse cenario vem mudando ao longo do ano.

“No inicio do ano nós tinhamos um grau de dificuldade e hoje esse grau de dificuldade são bem maiores em virtude da economia como um todo. Então nós temos a convicção de que com um planejamento bem executado, um maior rigor nas ações nós vamos ter um 2016 equilibrado de forma em que os serviços prestado pelo Estado à população sul-mato-grossense seja o melhor possível dentro de toda as condições que o cenário econômico vai nos proporcionar”, finaliza.

Paulo Francis

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