Mocchi afirma que Puccinelli não disputará prefeitura em 2016

Em entrevista ao programa Tribuna Livre, da Capital FM, e ao portal Página Brazil, o deputado estadual Júnio Mocchi (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, garantiu que o ex-prefeito e ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), não será candidato à prefeitura de Campo Grande em 2016. “Ele (Puccinelli) tem sido categórico em afirmar que não concorrerá à prefeitura da Capital”, disse Mocchi.

“O PMDB deve avaliar agora dentre os seus potenciais candidatos qual será o nome que será lançado para concorrer” [ao Executivo Municipal], citando como alternativa, o ex-prefeito Nelsinho Trad, dentre as lideranças do partido. “O diretório estadual do PMDB tem até trinta de agosto para definir seus candidatos para às eleições de 2016. Nós vamos discutir internamente nos próximos dias para escolher entre os líderes, não só em Campo Grande, mas em de cada município, quais são os candidatos com potencial de vitória na disputa das eleições em 2016”, considerou.


Puccinelli e Reforma Política –
 Sobre a possibilidade de o ex-governador André Puccinelli mude sua decisão de não concorrer à prefeitura de Campo Grande no ano que vem, diante de uma eventual mudança de duração do mandato que chegasse até seis anos, como vem sendo discutido entre as propostas de Reforma Política pela Câmara Federal, Mocchi ponderou que há essa possibilidade, mas a princípio, a decisão do ex-governador é a de não concorrer”. Entre as mudanças que vêm sendo discutidas na Câmara de Deputados em Brasília – depois do fim da possibilidade de reeleição para presidente, governador e prefeitos – está a unificação do calendário de eleições e o aumento do tempo de duração dos mandatos de cargos do Executivo nas três esferas (federal, estadual e municipal), de quatro para seis anos.

Mocchi classificou como “lambança o que a Câmara Federal fez até agora em termos de reforma política”. “O que precisava fazer, efetivamente não fez”, ponderando sem ser específico, sobre as questões mais polêmicas da chamada reforma política, como o fim do financiamento privado de campanhas, proposto pelo governo Dilma Rousseff.

Silvio Ferreira

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