Mobilização contra Aedes vai visitar todos imóveis da Capital até o fim do mês

O ministro dos Esportes, George Hilton, declarou durante a abertura do evento “Campo Grande contra a dengue” que “espera que ações semelhantes realizadas em todo Brasil neste sábado (13) visitem 3 milhões de domicílios no esforço para eliminar criadouros do Aedes Aegypti, vetor da dengue, da chikungunya, do vírus zika, da febre amarela e malária”, entre outras endemias.

O ministro dos Esportes, Jorge Hilton, prefeito Alcides Bernal e a vice-governadora Rose Modesto no ato contra a dengue em Campo Grande Foto Silvio Ferreira
O ministro dos Esportes, Jorge Hilton, prefeito Alcides Bernal e a vice-governadora Rose Modesto no ato contra a dengue em Campo Grande Foto Silvio Ferreira

Até o fim de fevereiro, as autoridades em saúde de Campo Grande afirmam que os mais de 300 mil imóveis da cidade serão visitados por agentes. A orientação do Ministério da Saúde é de que 100% dos imóveis em todo o país sejam vistoriados até março.

O ministro George Hilton afirmou: “Lamento que o motivo que me trouxe nesta oportunidade à Campo Grande não seja a realização das Olimpíadas, mas a necessidade de combater ao mosquito Aedes Aegypti”. Também admitiu que inicialmente os números iniciais de Mato Grosso do Sul, que colocam o estado, como o primeiro do país em casos de dengue assustaram a todos inicialmente”, mas felicitou a vice-governadora Rose Modesto (PSDB) pela redução do números de MS: de 8 mil notificações em dezembro, para 7 mil em janeiro e apenas 300 casos em fevereiro e garantiu que “o governo federal, apesar do momento de contingenciamento que vive, garantirá os recursos que forem necessários para combater o mosquito.”

MOBILIZAÇÃO

Em Mato Grosso do Sul, 11 mil militares vão percorrer 16 municípios: Amambai, Aquidauana, Bela Vista, Campo Grande, distrito de Coimbra, Corumbá, Coxim, Dourados, Jaraguari, Jardim, Ladário, Miranda, Nioaque, Ponta Porã, Porto Murtinho e Três Lagoas. Na Capital, são cerca de 3 mil homens.

Os militares entregarão panfletos e, junto com os agentes de saúde dos estados, conversarão com a população sobre a importância de não manter criadouros do mosquito em suas casas. Em algumas situações podem ser aplicados larvicidas em depósitos de água nas residências, como caixas d’água. A ação, no entanto, dará prioridade ao diálogo e à informação à população.

Silvio Ferreira

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