Ministério quer punir profissionais que abandonarem Mais Médicos

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou nesta terça-feira (8) que o governo estuda mecanismos para punir profissionais que deixarem o programa Mais Médicos antes do fim do contrato de três anos. A mudança só deve ocorrer daqui a três meses, quando o ministério pretende anunciar um novo edital do programa.

Ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante coletiva nesta terça-feira (8) (Foto: Reprodução - G1)
Ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante coletiva nesta terça-feira (8) (Foto: Reprodução – G1)

O ministro não adiantou de que forma os médicos serão punidos pela antecipação do fim do contrato. No entanto, com a medida, o governo quer evitar a taxa de 40% de evasão de médicos brasileiros no primeiro ano de participação no programa.

“Para os próximos editais nós vamos ajustar mais facilidades para os médicos, para que estejam na localização onde têm interesse, e também restrições administrativas para aqueles que vão [embora] com o contrato antes do tempo”, disse Barros.

A restrição não vale para o edital previsto para ser lançado nesta sexta-feira (11), que oferece 1.004 vagas no programa a fim de substituir 838 postos ocupados por profissionais cubanos e 166  que desistiram do Mais Médicos.

Nesta terça-feira (08), ministro anunciou também novo edital de convocação de médicos brasileiros para substituir parte dos profissionais cubanos que atuam no país pelo programa.

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